retina
Do grego antigo ῥητίνη (rhētínē), possivelmente relacionado a ῥητίνης (rhētínēs), 'resina', ou ῥητὸς (rhētòs), 'que pode ser derramado'.
Origem
Do grego ῥητίνη (rhētínē), possivelmente relacionado a resina, ou do latim retina, diminutivo de rete (rede), referindo-se à rede de nervos no olho.
Mudanças de sentido
Termo estritamente anatômico e fisiológico, descrevendo a camada nervosa do olho.
Expansão para o campo da tecnologia de displays, referindo-se à alta densidade de pixels.
A Apple popularizou o termo 'Retina Display' para seus produtos, associando a palavra a uma qualidade de imagem superior e à capacidade de distinguir pixels individuais a olho nu. Isso trouxe a palavra para fora do contexto estritamente médico para o jargão tecnológico de consumo.
Primeiro registro
Registros em publicações médicas e científicas em português, refletindo o avanço da anatomia e fisiologia ocular. (Referência: Corpus de textos médicos do século XIX).
Momentos culturais
Popularização do termo 'Retina Display' pela Apple, associando a palavra à alta qualidade visual em dispositivos eletrônicos.
Representações
Menções em artigos de tecnologia, reviews de produtos eletrônicos e discussões sobre qualidade de imagem em filmes e séries.
Comparações culturais
Inglês: 'retina', com o mesmo sentido anatômico e também popularizado pela tecnologia 'Retina Display'. Espanhol: 'retina', idêntico ao português e inglês em ambos os contextos. Francês: 'rétine', com o mesmo uso médico e tecnológico. Alemão: 'Netzhaut', termo mais literal para 'camada de rede', mas 'Retina' também é compreendido no contexto tecnológico.
Relevância atual
A palavra 'retina' mantém sua relevância primária na área médica e biológica, sendo fundamental para o estudo da visão e de doenças oculares. Paralelamente, sua associação com a tecnologia de displays de alta resolução a insere no cotidiano do consumidor de eletrônicos, denotando qualidade e avanço técnico.
Origem Etimológica
Século XVII — do grego antigo ῥητίνη (rhētínē), possivelmente relacionado a resina, ou do latim retina, diminutivo de rete (rede), referindo-se à rede de nervos no olho.
Entrada no Português e Uso Inicial
Século XIX — A palavra 'retina' entra no vocabulário científico e médico do português, possivelmente através do francês 'rétine' ou do inglês 'retina', para descrever a parte do olho responsável pela visão. Seu uso era restrito ao campo da anatomia e oftalmologia.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Retina' é um termo amplamente utilizado na medicina, biologia e tecnologia (como em displays de alta resolução). Permanece um termo técnico, mas sua compreensão básica é acessível ao público geral.
Do grego antigo ῥητίνη (rhētínē), possivelmente relacionado a ῥητίνης (rhētínēs), 'resina', ou ῥητὸς (rhētòs), 'que pode ser derramado'.