cuidar-se-ia

Significado de cuidar-se-ia

verbo

Forma verbal do verbo 'cuidar' na terceira pessoa do singular do futuro do pretérito (condicional), com o pronome oblíquo átono 'se' em ênclise.

Significados de cuidar-se-ia

  1. verbo

    Expressa uma ação que seria realizada ou que se supunha que fosse realizada em determinado momento do passado, sob certas condições não concretizadas ou hipotéticas. O pronome 'se' pode indicar reflexividade, reciprocidade ou ser parte integrante do verbo (verbos pronominais).

    "Se ele tivesse mais tempo, cuidar-se-ia melhor da saúde."

    Nota: A ênclise do pronome 'se' é a norma culta em início de oração subordinada ou após vírgula. Em início de frase, a próclise seria mais comum ('se cuidaria').

💡 Esta é uma forma verbal conjugada e não um vocábulo isolado no sentido de substantivo ou adjetivo. Sua ocorrência é em contextos gramaticais específicos.

Origem da palavra cuidar-se-ia

Do latim 'cogitare', com alteração semântica e adição do pronome reflexivo 'se'. O tempo verbal futuro do pretérito é uma formação sintética do português.

Linha do tempo de cuidar-se-ia

Uma visão resumida de como esta palavra transita pela História: origem, uso histórico e vida contemporânea.

Século XII-XIIIOrigem

Origem Latina e Formação do Português

Século XII-XIII — O verbo 'cuidar' tem origem no latim 'cogitare' (pensar, refletir), que evoluiu para 'cuidare' no latim vulgar, com o sentido de 'ter cuidado', 'preocupar-se'. A forma verbal 'cuidar-se-ia' é uma construção gramatical que se consolida com o desenvolvimento do português, combinando o verbo 'cuidar', o pronome reflexivo 'se' e a desinência do futuro do pretérito (condicional).

Origem

Latim VulgarOrigem

Deriva do latim 'cogitare' (pensar, refletir), que evoluiu para 'cuidare' com o sentido de 'ter cuidado', 'preocupar-se'. A forma verbal 'cuidar-se-ia' é uma construção gramatical do português.

Século XX-Atualidade

Uso Contemporâneo e Variações

Século XX-Atualidade — A forma 'cuidar-se-ia' continua a existir na norma culta, mas o uso do pronome oblíquo átono em ênclise (após o verbo) tornou-se menos frequente na fala coloquial brasileira, que prefere a próclise ('se cuidaria'). No entanto, a forma enclítica é mantida em contextos formais, literários e em algumas regiões do Brasil, preservando um registro mais erudito.

Séculos XIV-XIXHoje

Consolidação Gramatical e Uso Literário

Séculos XIV-XIX — A estrutura do futuro do pretérito com pronome enclítico ('cuidar-se-ia') é comum na norma culta da época, aparecendo em textos literários e documentos formais. O sentido principal de 'cuidar-se' (ocupar-se de si mesmo, zelar pela própria saúde ou aparência) é mantido, mas a forma verbal específica indica uma hipótese ou desejo no passado ou presente.

cuidar-se-ia

Forma verbal do verbo 'cuidar' na terceira pessoa do singular do futuro do pretérito (condicional), com o pronome oblíquo átono 'se' em ênclise.

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