analisavam-se

Do grego 'analýsis', pelo latim 'analysis'.

Origem

Antiguidade Clássica / Latim Vulgar

Do grego 'analyein' (desatar, decompor, examinar), passando pelo latim 'analysare'. A raiz grega remete à ideia de desatar nós, separar componentes para entender o todo.

Mudanças de sentido

Antiguidade / Idade Média

Inicialmente ligada à decomposição física ou lógica, exame minucioso de fatos ou ideias.

Período Moderno

Expansão para análise crítica, interpretação de textos, estudo científico e filosófico.

Contemporaneidade

Mantém o sentido de exame detalhado, mas também abrange a análise de dados, comportamentos, sentimentos e tendências em diversas áreas.

A forma 'analisavam-se' em textos históricos ou literários pode evocar um tempo em que a reflexão era mais pausada e formal, contrastando com a velocidade da análise na era digital.

Primeiro registro

Séculos XIV-XVI

Registros em textos acadêmicos, filosóficos e religiosos em português arcaico. A forma específica 'analisavam-se' aparece em documentos que seguem a gramática normativa da época.

Momentos culturais

Século XIX

Presente em obras literárias realistas e naturalistas, onde personagens 'analisavam-se' em seus dilemas morais e sociais.

Meados do Século XX

Utilizada em debates intelectuais e científicos, como em análises sociais e psicológicas.

Vida digital

Atualidade

A forma 'analisavam-se' é menos comum em interações digitais informais, onde a próclise ('se analisavam') ou formas mais diretas prevalecem. No entanto, aparece em artigos acadêmicos online, notícias e posts formais.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'they analyzed themselves' (ênclise menos comum, geralmente 'they were analyzing themselves' ou 'they analyzed'). Espanhol: 'se analizaban' (próclise é a norma para o pretérito imperfeito, a ênclise é rara e estilística). Francês: 'ils s'analysaient' (próclise é a norma). Alemão: 'sie analysierten sich' (ênclise é a norma para pronomes reflexivos).

Relevância atual

Atualidade

A forma 'analisavam-se' é gramaticalmente correta e utilizada em contextos formais, literários e acadêmicos no Brasil. Sua presença evoca um registro linguístico mais cuidado e, por vezes, um tom mais distanciado ou reflexivo, em contraste com a informalidade predominante na comunicação digital e falada, onde 'se analisavam' é mais frequente.

Origem Etimológica e Latim Vulgar

Século XIII - Deriva do latim 'analysare', que por sua vez vem do grego 'analyein' (desatar, decompor, examinar). O latim vulgar já utilizava formas para expressar a ideia de decomposição e exame.

Entrada e Consolidação no Português

Séculos XIV-XVI - A palavra 'analisar' e suas conjugações começam a se fixar no português, inicialmente em contextos mais eruditos e científicos. A forma 'analisavam-se' surge como uma construção gramatical padrão para a terceira pessoa do plural do pretérito imperfeito do indicativo com pronome enclítico.

Uso Moderno e Expansão

Séculos XVII-XIX - O uso de 'analisar' se expande para além dos círculos acadêmicos, abrangendo a crítica literária, a filosofia e a medicina. A forma 'analisavam-se' é comum em textos formais e literários.

Uso Contemporâneo no Brasil

Séculos XX-XXI - A palavra 'analisar' e suas conjugações, incluindo 'analisavam-se', são amplamente utilizadas em todos os registros da língua portuguesa brasileira, do formal ao informal, em contextos acadêmicos, profissionais e cotidianos. A ênclise ('analisavam-se') é mais comum em textos formais e literários, enquanto a próclise ('se analisavam') é predominante na fala e em textos informais.

analisavam-se

Do grego 'analýsis', pelo latim 'analysis'.

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