duana

Origem incerta, possivelmente uma variação ou erro de digitação de 'aduana'.

Origem

Século XV/XVI

Do árabe 'ad-diwân', que significava 'escritório', 'registro', 'tribunal'. A forma 'duana' é uma adaptação direta, enquanto 'aduana' adicionou o artigo árabe 'al-' (ou 'ad-') ao substantivo.

Mudanças de sentido

Século XV/XVI

Local de registro e cobrança de impostos sobre mercadorias.

Séculos XVII a XIX

Alfândega, órgão fiscalizador de comércio exterior.

Século XX e Atualidade

Forma arcaica ou regional de 'aduana'. O sentido principal de alfândega é mantido pela forma 'aduana'.

Primeiro registro

Século XVI

Registros de navegação e comércio do período colonial indicam o uso da palavra, embora 'aduana' já começasse a se firmar como a forma preferencial. (Referência: Corpus de textos históricos sobre comércio colonial).

Momentos culturais

Período Colonial

A 'duana' ou 'aduana' era um ponto nevrálgico na administração colonial, associada à entrada de bens, impostos e controle estatal. Aparece em relatos de viajantes e documentos oficiais da época.

Literatura Clássica

Pode ser encontrada em obras literárias mais antigas que retratam a vida portuária ou a burocracia do Estado, como forma de evocar o período histórico. (Referência: Obras literárias do século XIX).

Comparações culturais

Inglês: 'Customs' (referindo-se à alfândega e aos impostos). Espanhol: 'Aduana' (forma idêntica e de mesma origem árabe). Francês: 'Douane' (também de origem árabe, similar à forma portuguesa 'duana'). Italiano: 'Dogana' (também de origem árabe).

Relevância atual

Atualidade

A forma 'duana' tem relevância mínima no português brasileiro contemporâneo. É uma palavra que soa arcaica e é quase inteiramente substituída por 'aduana', que é a forma padrão e amplamente compreendida para se referir à alfândega e aos seus procedimentos.

Origem e Entrada no Português

Século XV/XVI — A palavra 'duana' surge no português como um empréstimo do árabe 'ad-diwân', que significava 'escritório', 'registro' ou 'tribunal'. Inicialmente, referia-se ao local onde se registravam mercadorias e se cobravam impostos sobre elas, especialmente em portos e fronteiras. A forma 'aduana' (com 'a' inicial) tornou-se a mais comum, mas 'duana' persistiu em alguns contextos.

Evolução do Uso e Significado

Séculos XVII a XIX — O termo 'duana' (e 'aduana') consolidou-se com o significado de alfândega, o órgão fiscal responsável pelo controle de mercadorias na entrada e saída do país. Era um termo estritamente ligado ao comércio, à fiscalização e à arrecadação de impostos. O uso de 'duana' como forma menos comum, mas ainda reconhecida, persistiu.

Uso Contemporâneo e Resquícios

Século XX e Atualidade — A palavra 'aduana' é a forma predominante e amplamente utilizada para se referir à alfândega. 'Duana' é considerada uma forma arcaica ou regional, raramente usada no português brasileiro contemporâneo, exceto em contextos históricos, literários ou em falas de regiões específicas onde a pronúncia ou a forma possam ter sido preservadas. Sua presença é mínima em comparação com 'aduana'.

duana

Origem incerta, possivelmente uma variação ou erro de digitação de 'aduana'.

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