anca

Origem incerta, possivelmente do latim vulgar *ancus ou do grego ankos.

Origem

Antiguidade Clássica

Deriva do latim 'anca', termo que designava a região traseira de animais.

Mudanças de sentido

Idade Média - Atualidade

O sentido primário de 'parte posterior do corpo de um animal' foi mantido ao longo dos séculos, sem grandes ressignificações ou expansões semânticas notáveis em português.

A palavra 'anca' manteve-se restrita ao seu significado anatômico original, diferentemente de termos que sofreram amplas mudanças semânticas. Sua entrada no português se deu com o sentido já estabelecido no latim.

Primeiro registro

Idade Média

Registros em textos medievais que tratam de animais, agricultura ou medicina veterinária.

Momentos culturais

Séculos passados

Presente em tratados de zootecnia, literatura descritiva de animais e textos de caça.

Atualidade

Aparece em contextos técnicos como artigos veterinários, guias de raças e documentários sobre vida animal.

Comparações culturais

Inglês: 'haunch' ou 'rump', ambos referindo-se à parte traseira de animais. Espanhol: 'anca' ou 'ancas', com o mesmo sentido anatômico. Francês: 'hanche' (quadril, anca).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'anca' é formal e dicionarizada, com uso restrito a contextos técnicos e científicos relacionados à anatomia animal. Não possui grande expressividade no vocabulário cotidiano ou em outras esferas culturais.

Origem Etimológica Latina

Origem no latim 'anca', referindo-se à parte posterior do corpo de animais, entre o dorso e a cauda.

Entrada no Português

A palavra 'anca' é incorporada ao vocabulário português, mantendo seu sentido original ligado à anatomia animal.

Uso Contemporâneo

A palavra 'anca' é formal e dicionarizada, utilizada principalmente em contextos zootécnicos, veterinários ou em descrições anatômicas precisas de animais. Seu uso em linguagem coloquial é raro.

anca

Origem incerta, possivelmente do latim vulgar *ancus ou do grego ankos.

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