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alceno

Do grego 'allos' (outro) + 'en' (de alcano, indicando semelhança, mas com insaturação).

Origem

Século XIX

Termo cunhado na química inglesa a partir de 'alkali' (árabe 'al-qali') e o sufixo '-ene' para indicar insaturação.

Mudanças de sentido

Século XIX - Meados do século XX

De um conceito emergente na química para um termo técnico estabelecido.

Originalmente um neologismo científico para classificar compostos específicos, 'alceno' manteve seu sentido técnico preciso ao ser incorporado ao português, sem sofrer ressignificações populares.

Primeiro registro

Meados do século XX

Registros em publicações acadêmicas e livros didáticos de química no Brasil.

Comparações culturais

Inglês: 'alkene'. Espanhol: 'alqueno'. Ambos os idiomas adotaram termos derivados diretamente da mesma raiz etimológica e desenvolvimento científico, mantendo a especificidade técnica.

Relevância atual

Termo fundamental na química orgânica e petroquímica, essencial para a indústria e pesquisa científica no Brasil.

Origem Etimológica

Século XIX - Derivação do termo inglês 'alkene', cunhado por químicos para descrever hidrocarbonetos insaturados com uma ligação dupla. A raiz 'alk-' vem do árabe 'al-qali' (cinzas), referindo-se a álcalis, e o sufixo '-ene' indica a presença de insaturação.

Entrada na Língua Portuguesa

Meados do século XX - O termo 'alceno' é introduzido no vocabulário científico e acadêmico brasileiro, principalmente através de traduções de livros didáticos e artigos de química orgânica. Sua adoção é impulsionada pela necessidade de terminologia padronizada na educação e pesquisa.

Uso Contemporâneo

Atualidade - 'Alceno' é um termo técnico amplamente utilizado em química orgânica, petroquímica e bioquímica. Sua presença é restrita a contextos educacionais, científicos e industriais, sem penetração significativa no uso coloquial geral.

alceno

Do grego 'allos' (outro) + 'en' (de alcano, indicando semelhança, mas com insaturação).

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