amida
Do francês 'amide', derivado de amônia.
Origem
Termo cunhado na química, derivado de 'amônia' (NH3) com o sufixo '-ida', que denota uma classe de compostos. A formação é análoga a termos em outras línguas europeias.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e acadêmicas brasileiras de química e áreas correlatas, refletindo a adoção internacional do termo.
Comparações culturais
Inglês: 'amide'. Espanhol: 'amida'. Francês: 'amide'. Alemão: 'Amid'. O termo é amplamente padronizado internacionalmente na comunidade científica, com poucas variações.
Relevância atual
Palavra formal e técnica, essencial para a comunicação em diversas áreas científicas e industriais. Sua relevância está restrita ao domínio técnico-científico, sem penetração significativa na linguagem cotidiana ou cultural.
Origem Etimológica
Século XIX — termo cunhado a partir de 'amônia' (NH3) e o sufixo '-ida', indicando uma classe de compostos químicos.
Entrada e Consolidação no Português
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'amida' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, especialmente em contextos de química orgânica e bioquímica. Sua adoção acompanha o desenvolvimento da ciência no Brasil.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Amida' é um termo técnico amplamente utilizado em química, farmacologia, biologia e ciência de materiais. É uma palavra formal, dicionarizada, sem conotações emocionais ou culturais amplas fora do seu campo de especialidade.
Do francês 'amide', derivado de amônia.