angiotensina
Do grego 'angeion' (vaso) + 'tensis' (tensão).
Origem
Derivação do grego 'angeion' (vaso) e do latim 'tensus' (esticado, tenso), referindo-se à sua função de contrair os vasos sanguíneos.
Primeiro registro
A literatura científica da década de 1940 e 1950 registra o isolamento e a caracterização da angiotensina, com trabalhos pioneiros de pesquisadores como Irvine Page e Fernando Braun-Menéndez.
Comparações culturais
Inglês: 'Angiotensin' - termo idêntico e de uso técnico similar. Espanhol: 'Angiotensina' - termo idêntico e de uso técnico similar. Francês: 'Angiotensine' - termo idêntico e de uso técnico similar.
Relevância atual
A angiotensina e seu sistema (Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona) são alvos terapêuticos cruciais no tratamento da hipertensão e insuficiência cardíaca, com medicamentos como inibidores da ECA e bloqueadores do receptor de angiotensina sendo amplamente prescritos.
Origem Científica e Entrada na Língua
Meados do século XX — termo cunhado a partir de raízes gregas e latinas para descrever um peptídeo com ação vasoconstritora.
Consolidação Acadêmica e Uso Técnico
Segunda metade do século XX — A palavra 'angiotensina' se estabelece no vocabulário médico e farmacológico, sendo amplamente utilizada em pesquisas e publicações científicas.
Uso Contemporâneo e Divulgação
Atualidade — 'Angiotensina' é um termo técnico comum em artigos científicos, livros didáticos de medicina e biologia, e em discussões sobre hipertensão e doenças cardiovasculares.
Do grego 'angeion' (vaso) + 'tensis' (tensão).