apomixia
Do grego apó (longe de) + apó (junto) + xyxis (ato de semear).
Origem
Do grego 'apó' (longe, separado) e 'gamos' (casamento, união). O termo foi cunhado para descrever um processo biológico sem a necessidade de fertilização, 'sem união'.
Mudanças de sentido
Conceito científico para descrever a reprodução assexuada em plantas, distinguindo-a da reprodução sexuada que envolve gametas.
Mantém o sentido técnico original, sem desvios ou popularização significativa.
A palavra 'apomixia' permaneceu estritamente no domínio científico, sem migrar para o uso coloquial ou figurado em outras áreas.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas de botânica e biologia, possivelmente em trabalhos de botânicos europeus traduzidos ou adaptados para o português.
Comparações culturais
Inglês: 'apomixis' (mesma origem grega, uso técnico similar em botânica e biologia). Espanhol: 'apomixia' (termo idêntico, com uso restrito ao jargão científico). Francês: 'apomixie' (termo técnico em biologia). Alemão: 'Apomixis' (termo técnico em biologia).
Relevância atual
A relevância da 'apomixia' é estritamente acadêmica e científica, fundamental para estudos em genética vegetal, melhoramento de plantas e biologia evolutiva. Não possui presença em discussões populares ou na mídia geral.
Origem Etimológica
Século XIX — do grego 'apó' (longe, separado) e 'gamos' (casamento, união), referindo-se à ausência de união ou fertilização.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — termo técnico introduzido no vocabulário científico, especialmente na botânica e biologia.
Uso Contemporâneo
Atualidade — termo restrito a contextos acadêmicos e de pesquisa em biologia reprodutiva e botânica.
Do grego apó (longe de) + apó (junto) + xyxis (ato de semear).