asterisco

Do latim 'asteriscus', diminutivo de 'aster', estrela.

Origem

Antiguidade Clássica

Deriva do grego ἀστερίσκος (asterískos), que é um diminutivo de ἀστήρ (astḗr), significando 'estrela'. A forma latina é 'asteriscus'.

Mudanças de sentido

Idade Média

Usado em manuscritos para indicar correções, notas ou passagens importantes.

Era Tipográfica

Popularizado como sinal tipográfico para notas de rodapé, expurgos e omissões em citações.

Era Digital

Adquire função de caractere curinga em sistemas computacionais e expressões regulares. Em comunicação informal, pode indicar suavização, autocensura ou substituição de palavrões.

Primeiro registro

Antiguidade Clássica

O uso gráfico do símbolo remonta a manuscritos gregos e latinos antigos, onde era empregado por escribas e estudiosos.

Momentos culturais

Século XX

Presente em obras literárias para indicar censura ou omissões, como em textos jornalísticos ou romances que lidavam com temas sensíveis.

Atualidade

Frequentemente utilizado em memes e na cultura da internet para adicionar humor, ironia ou para mascarar linguagem considerada inadequada em plataformas online.

Vida digital

Amplamente utilizado em motores de busca como caractere curinga para encontrar variações de palavras ou em padrões de busca avançada.

Comum em redes sociais e fóruns online para indicar autocensura ou para substituir palavras consideradas ofensivas, como em 'que *******'.

Pode aparecer em memes para criar um efeito cômico ou para simular uma fala censurada.

Comparações culturais

Inglês: 'asterisk', com usos similares na tipografia, computação (wildcard) e comunicação informal. Espanhol: 'asterisco', também derivado do grego e com funções gráficas e computacionais análogas. Francês: 'astérisque', com a mesma origem e aplicações. Alemão: 'Asteriskus', seguindo a mesma linha etimológica e de uso.

Relevância atual

O asterisco mantém sua relevância como um sinal gráfico multifuncional, essencial na escrita formal, na programação e na comunicação digital. Sua capacidade de indicar omissão, correção ou atuar como curinga o torna uma ferramenta versátil e indispensável na linguagem contemporânea.

Origem Grega e Latim

Antiguidade Clássica — do grego ἀστερίσκος (asterískos), diminutivo de ἀστήρ (astḗr), 'estrela'. O latim adotou o termo como 'asteriscus'.

Entrada no Português e Uso Medieval

Idade Média — O termo, com seu sentido gráfico, começa a ser utilizado em manuscritos para indicar correções, notas marginais ou passagens a serem verificadas. O uso era restrito a copistas e estudiosos.

Era Tipográfica e Expansão

Séculos XV-XIX — Com a invenção da imprensa, o asterisco se populariza como um sinal tipográfico padrão. Seu uso se expande para indicar notas de rodapé, expurgos de palavras consideradas ofensivas ou inadequadas, e para marcar omissões em citações.

Uso Moderno e Digital

Século XX-Atualidade — O asterisco mantém suas funções tradicionais na escrita formal e tipografia. Ganha novos usos na computação como caractere curinga em buscas e expressões regulares. Na comunicação digital, é usado informalmente para suavizar uma afirmação, indicar uma correção rápida ou em substituição a palavras de baixo calão.

asterisco

Do latim 'asteriscus', diminutivo de 'aster', estrela.

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