autolítico
Do grego 'autós' (próprio) + 'lysis' (dissolução).
Origem
Do grego 'auto-' (próprio, por si mesmo) e 'lysis' (dissolução, quebra).
Mudanças de sentido
Termo estritamente científico para descrever a autodegradação celular ou tecidual (autólise).
O sentido técnico é preservado, mas pode ser metaforicamente aplicado a processos de desintegração ou renovação interna em outros campos, embora com uso limitado.
A palavra 'autolítico' é um termo técnico derivado de 'autólise'. Sua aplicação fora do contexto biológico ou químico é rara e geralmente metafórica, referindo-se a processos de autodestruição ou dissolução interna em sistemas ou conceitos.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e médicas em português, frequentemente em traduções de obras estrangeiras sobre biologia celular e patologia.
Representações
Aparece esporadicamente em documentários científicos, artigos de divulgação científica e, raramente, em obras de ficção científica que abordam temas biológicos complexos.
Comparações culturais
Inglês: 'autolytic' (mesma origem e uso técnico). Espanhol: 'autolítico' (mesma origem e uso técnico). Francês: 'autolytique' (mesma origem e uso técnico). Alemão: 'autolytisch' (mesma origem e uso técnico).
Relevância atual
A palavra 'autolítico' mantém sua relevância primariamente no campo da ciência, sendo um termo técnico específico para processos de autodegradação. Seu uso fora desse contexto é restrito e não possui grande penetração na linguagem cotidiana ou popular.
Origem Etimológica
Formada a partir do grego 'auto-' (próprio, por si mesmo) e 'lysis' (dissolução, quebra), referindo-se a um processo de autodestruição ou dissolução interna.
Entrada e Uso Inicial no Português
O termo 'autolítico' surge no vocabulário científico, especialmente na biologia e medicina, para descrever processos celulares ou teciduais de autodegradação. Sua entrada no português se dá por meio de traduções e publicações acadêmicas.
Uso Contemporâneo
Mantém seu sentido técnico em contextos científicos. Pode aparecer em discussões mais amplas sobre processos de renovação ou decomposição, mas seu uso fora do meio especializado é raro.
Do grego 'autós' (próprio) + 'lysis' (dissolução).