autólise
Do grego 'autós' (próprio) + 'lysis' (dissolução).↗ fonte
Origem
Do grego 'auto-' (próprio) e 'lysis' (dissolução, quebra). O termo foi criado para descrever um processo de autodestruição ou dissolução interna.
Mudanças de sentido
O sentido original de dissolução por si mesmo foi mantido, mas aplicado especificamente ao contexto biológico celular, referindo-se à autodigestão celular por enzimas lisossômicas. → ver detalhes
A palavra manteve seu sentido técnico e específico dentro da biologia e medicina, sem sofrer ressignificações populares ou metafóricas significativas em outros domínios.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e médicas em português, acompanhando a disseminação do conhecimento biológico internacional.
Comparações culturais
Inglês: 'Autolysis' (termo idêntico, com a mesma origem grega e uso científico). Espanhol: 'Autólisis' (termo idêntico, com a mesma origem grega e uso científico). Francês: 'Autolyse' (termo idêntico).
Relevância atual
A palavra 'autólise' mantém sua relevância estritamente no campo científico e acadêmico, sendo fundamental para a compreensão de processos celulares vitais e patológicos.
Origem Etimológica
Século XIX — termo cunhado a partir do grego 'auto-' (próprio) e 'lysis' (dissolução, quebra), referindo-se à dissolução por si mesmo.
Entrada e Uso Inicial no Português
Início do século XX — A palavra 'autólise' entra no vocabulário científico e médico em português, especialmente em contextos de biologia e patologia, refletindo o avanço da pesquisa científica global.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Autólise' é um termo técnico consolidado na área da biologia celular e medicina, utilizado em pesquisas e discussões sobre processos celulares, doenças e terapias.
Do grego 'autós' (próprio) + 'lysis' (dissolução).