autótrofo

Do grego 'autós' (próprio) e 'trophos' (alimentador).

Origem

Século XIX

Formado a partir de raízes gregas: 'auto' (αὐτός) que significa 'próprio' e 'trophos' (τροφός) que significa 'nutrição' ou 'aquele que se alimenta'.

Mudanças de sentido

Século XIX - Início do Século XX

O sentido original e técnico de 'organismo produtor de seu próprio alimento' foi estabelecido e mantido.

A palavra nasceu com um propósito científico específico e não sofreu ressignificações populares ou deslocamentos de sentido significativos fora do seu campo de estudo.

Primeiro registro

Século XIX

O termo 'autotroph' (em inglês) foi cunhado em 1885 pelo botânico alemão Albert Frank. Sua entrada no português segue a disseminação científica internacional.

Comparações culturais

Inglês: 'autotroph', termo científico idêntico, cunhado na mesma época. Espanhol: 'autótrofo', com a mesma origem grega e uso científico similar. Alemão: 'Autotroph', também derivado do grego e utilizado cientificamente.

Relevância atual

Fundamental para a compreensão de cadeias alimentares, ciclos biogeoquímicos e a base da vida na Terra. Essencial em estudos de ecologia, biologia vegetal, microbiologia e mudanças climáticas.

Origem Etimológica

Século XIX — termo cunhado a partir do grego antigo: 'auto' (αὐτός) significando 'próprio' e 'trophos' (τροφός) significando 'aquele que se alimenta' ou 'nutrição'.

Entrada na Língua Portuguesa

Início do século XX — A palavra 'autótrofo' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, especialmente em botânica e ecologia, para descrever organismos que produzem seu próprio alimento.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Termo consolidado na biologia, ecologia e áreas correlatas, utilizado para descrever plantas, algas e algumas bactérias que realizam fotossíntese ou quimiossíntese.

autótrofo

Do grego 'autós' (próprio) e 'trophos' (alimentador).

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