celósia
Do grego 'kelos', significando 'ardente', em referência à cor das flores.
Origem
Deriva do grego 'kelos' (ardente, queimado) ou 'kelē' (hernia), possivelmente aludindo à aparência das inflorescências ou à forma da planta. A transição para o latim científico 'Celosia' foi o passo intermediário para sua adoção em diversas línguas.
Primeiro registro
O registro exato é difícil de precisar sem acesso a corpus botânicos históricos, mas a entrada da palavra no português se deu com a disseminação da taxonomia científica e a publicação de obras sobre botânica. O termo 'Celosia' já era utilizado em publicações científicas europeias nesse período.
Momentos culturais
A celósia ganhou popularidade em jardins ornamentais e coleções botânicas. Sua presença em exposições de flores e em publicações de jardinagem a consolidou como um elemento estético reconhecido.
Comparações culturais
Inglês: 'Celosia', também conhecida como 'cockscomb' ou 'plume flower'. Espanhol: 'Celosía', comumente chamada de 'cresta de gallo' ou 'amaranto'. Francês: 'Célosie', também referida como 'crête de coq'.
Relevância atual
A palavra 'celósia' mantém sua relevância no campo da botânica e jardinagem. É um termo técnico para identificar um gênero de plantas apreciado por suas flores vibrantes e variadas formas, frequentemente utilizado em projetos paisagísticos e como planta ornamental em residências e espaços públicos.
Origem Etimológica
Origem grega: 'kelos' (ardente, queimado) ou 'kelē' (hernia), referindo-se possivelmente à forma ou à textura da planta. A palavra entrou no português através do latim científico 'Celosia'.
Entrada no Português
A palavra 'celósia' foi introduzida no vocabulário botânico de língua portuguesa, provavelmente a partir do século XVIII ou XIX, com a expansão do conhecimento científico e a catalogação de espécies vegetais trazidas de outras partes do mundo, especialmente da Ásia e África.
Uso Contemporâneo
A palavra 'celósia' é utilizada predominantemente em contextos botânicos, de jardinagem e paisagismo. É uma palavra formal e dicionarizada, referindo-se ao gênero de plantas conhecido popularmente como 'crista-de-galo' ou 'pluma'.
Do grego 'kelos', significando 'ardente', em referência à cor das flores.