cisticerco
Do grego kystis (vesícula) + kerkos (cauda).
Origem
Do grego 'kystis' (vesícula, bexiga) e 'kerkós' (cauda), descrevendo a morfologia da larva.
Mudanças de sentido
Entrada no português como termo técnico para a fase larval de cestoides, especialmente da tênia.
A palavra manteve seu sentido estritamente científico, sem desvios ou popularizações significativas em seu significado primário.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e médicas em português, refletindo a disseminação do conhecimento parasitológico.
Momentos culturais
Aparece em contextos de saúde pública, campanhas de saneamento e discussões sobre doenças parasitárias, como a cisticercose humana e suína.
Comparações culturais
Inglês: 'Cysticercus' (termo científico idêntico). Espanhol: 'Cisticerco' (termo científico idêntico). Francês: 'Cénure' ou 'Cysticerque' (dependendo da espécie e estágio).
Relevância atual
Mantém sua importância como termo técnico em medicina e veterinária, essencial para o diagnóstico e tratamento de doenças parasitárias. A cisticercose continua sendo um problema de saúde pública em diversas regiões do mundo, incluindo o Brasil.
Origem Etimológica
Deriva do grego 'kystis' (vesícula, bexiga) e 'kerkós' (cauda), referindo-se à forma vesicular e caudal da larva.
Entrada no Português
A palavra 'cisticerco' foi incorporada ao vocabulário científico e médico do português, provavelmente a partir de traduções e estudos de parasitologia europeus, ganhando uso formal.
Uso Contemporâneo
Termo técnico em parasitologia e medicina veterinária, usado para descrever uma fase específica do ciclo de vida de certos parasitas, com relevância em saúde pública e controle de doenças.
Do grego kystis (vesícula) + kerkos (cauda).