clorito
Do grego 'chloros' (verde-amarelado) + sufixo '-ito' indicando estado de oxidação inferior.
Origem
Do grego 'chloros' (χλωρός), que significa verde pálido, referindo-se à cor de alguns compostos de cloro, e do sufixo '-ito', usado em química para indicar um estado de oxidação inferior em comparação com o sufixo '-ato'.
Mudanças de sentido
O termo surge com um sentido estritamente químico, referindo-se ao ânion ClO₂⁻, o ânion do ácido cloroso.
O sentido permanece técnico e específico da química, sem ressignificações populares ou coloquiais significativas. É um termo de domínio restrito.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e manuais de química da época, refletindo a nomenclatura química internacional que se consolidava. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt - Palavra formal/dicionarizada)
Comparações culturais
Inglês: 'chlorite'. Espanhol: 'clorito'. Ambos os idiomas utilizam termos derivados diretamente do grego 'chloros' e do sufixo químico '-ite', mantendo a mesma base etimológica e o sentido técnico. A entrada e o uso nesses idiomas também ocorreram no contexto do desenvolvimento da química no século XIX.
Relevância atual
A palavra 'clorito' mantém sua relevância no campo da química, sendo fundamental para a compreensão de reações, compostos e aplicações industriais, como no branqueamento de papel e têxteis, e no tratamento de água como agente desinfetante. Sua presença é majoritariamente em contextos acadêmicos, técnicos e industriais.
Origem Etimológica
Século XIX — Deriva do grego 'chloros' (verde pálido) e do sufixo '-ito', indicando um estado de oxidação inferior.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'clorito' entra no vocabulário científico e técnico do português, especialmente em química, refletindo o avanço da ciência e a necessidade de nomear compostos químicos específicos.
Uso Contemporâneo
Atualidade — 'Clorito' é um termo técnico amplamente utilizado na química, indústria e em contextos de tratamento de água e desinfecção, mantendo sua conotação científica.
Do grego 'chloros' (verde-amarelado) + sufixo '-ito' indicando estado de oxidação inferior.