cognição
Do latim cognitio, -onis, 'ato de conhecer, conhecimento'.
Origem
Deriva do latim 'cognitio', que significa 'ato de conhecer', 'conhecimento'. Este, por sua vez, vem do verbo 'cognoscere', que significa 'conhecer', 'aprender'.
Mudanças de sentido
Referia-se ao ato de conhecer, ao processo de aquisição de conhecimento e à própria compreensão.
Utilizada em contextos filosóficos e científicos para descrever as faculdades mentais e os processos de pensamento.
Amplamente adotada nas ciências cognitivas, psicologia e neurociência, abrangendo processos como percepção, atenção, memória, linguagem, raciocínio e resolução de problemas. O termo 'cognição' é usado de forma mais técnica e específica.
A palavra 'cognição' manteve seu sentido fundamental de 'conhecer', mas sua aplicação se tornou mais especializada com o desenvolvimento das ciências que estudam a mente. A definição fornecida ('Processo mental de adquirir conhecimento e compreensão através da experiência, dos sentidos e da informação') reflete este uso contemporâneo e técnico.
Primeiro registro
Primeiros registros em textos acadêmicos e filosóficos em português, influenciados pelo pensamento europeu da época. (Referência: Dicionário Houaiss, verbete 'cognição').
Momentos culturais
A 'Revolução Cognitiva' nas ciências humanas e sociais, que colocou a cognição no centro das discussões sobre a mente humana.
O desenvolvimento da inteligência artificial e das neurociências impulsiona o uso e a popularização do termo 'cognição' em debates públicos e acadêmicos.
Comparações culturais
Inglês: 'cognition' (termo técnico e acadêmico similar). Espanhol: 'cognición' (termo técnico e acadêmico similar). Francês: 'cognition' (termo técnico e acadêmico similar). Alemão: 'Kognition' (termo técnico e acadêmico similar).
Relevância atual
A palavra 'cognição' é fundamental nas áreas de psicologia, neurociência, educação, inteligência artificial e design de experiência do usuário. É central para entender como os seres humanos (e máquinas) processam informações, aprendem e tomam decisões. Sua relevância se estende a discussões sobre saúde mental, desenvolvimento infantil e otimização de desempenho.
Origem Etimológica
Século XVII — do latim cognitio, 'ato de conhecer', derivado de cognoscere, 'conhecer'.
Entrada e Consolidação no Português
Século XVIII — A palavra 'cognição' começa a ser utilizada em textos acadêmicos e filosóficos em português, refletindo o Iluminismo e o interesse crescente pela mente humana. Sua entrada no vocabulário formal é gradual.
Expansão e Uso Contemporâneo
Século XX e XXI — 'Cognição' torna-se um termo central nas ciências cognitivas, psicologia, neurociência e inteligência artificial. Ganha popularidade em discussões sobre aprendizado, memória, raciocínio e percepção.
Do latim cognitio, -onis, 'ato de conhecer, conhecimento'.