cognitivismo
Do latim 'cognitio' (conhecimento) + sufixo '-ismo' (doutrina, sistema).↗ fonte
Origem
Do latim 'cognitio' (conhecimento, ato ou faculdade de conhecer). O termo 'cognitivismo' foi cunhado para descrever uma nova abordagem no estudo da mente, em oposição ao behaviorismo.
Mudanças de sentido
Foco nos processos mentais internos (percepção, memória, raciocínio) como processamento de informação, comparando a mente a um computador.
Ampliação para incluir a interação com o ambiente e a influência do corpo na cognição, gerando subcampos e críticas ao modelo computacional estrito.
O cognitivismo clássico, com sua ênfase na manipulação de símbolos, deu lugar a discussões sobre a importância da corporeidade, da emoção e da interação social para a cognição, expandindo o escopo do que é considerado 'cognitivo'.
Primeiro registro
O termo 'cognitivismo' e seus conceitos associados ganham força com o trabalho de pioneiros como George Miller ('The Magical Number Seven, Plus or Minus Two') e o desenvolvimento da inteligência artificial e da ciência da computação.
Momentos culturais
A revolução cognitiva, impulsionada pelo cognitivismo, transformou a psicologia e influenciou a filosofia, a linguística e a inteligência artificial, moldando o pensamento sobre a mente humana.
Comparações culturais
Inglês: 'Cognitivism' ou 'Cognitive Science' é o termo predominante, com a mesma base conceitual. Espanhol: 'Cognitivismo' é o termo direto, refletindo a influência acadêmica internacional. Francês: 'Cognitivisme' ou 'Sciences cognitives' seguem a mesma linha.
Relevância atual
O cognitivismo continua sendo um pilar fundamental nas ciências cognitivas, inteligência artificial e neurociência. Embora novas correntes surjam, os princípios cognitivistas de processamento de informação e representação mental permanecem centrais para a compreensão da cognição.
Origem Etimológica e Conceitual
Meados do século XX — Deriva do latim 'cognitio', que significa conhecimento, ato ou faculdade de conhecer. O termo 'cognitivismo' surge como um movimento na psicologia e nas ciências cognitivas.
Consolidação e Expansão
Segunda metade do século XX — O cognitivismo se estabelece como uma corrente teórica dominante, influenciando a inteligência artificial, a linguística e a filosofia da mente. A metáfora do computador para a mente torna-se central.
Uso Contemporâneo e Críticas
Final do século XX e atualidade — O termo é amplamente utilizado em contextos acadêmicos e profissionais. Surgem críticas e novas abordagens que buscam superar as limitações do cognitivismo clássico, como o conexionismo e a cognição corporificada.
Do latim 'cognitio' (conhecimento) + sufixo '-ismo' (doutrina, sistema).