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cognitivismo

Do latim 'cognitio' (conhecimento) + sufixo '-ismo' (doutrina, sistema).fonte

Origem

Meados do século XX

Do latim 'cognitio' (conhecimento, ato ou faculdade de conhecer). O termo 'cognitivismo' foi cunhado para descrever uma nova abordagem no estudo da mente, em oposição ao behaviorismo.

Mudanças de sentido

Meados do século XX

Foco nos processos mentais internos (percepção, memória, raciocínio) como processamento de informação, comparando a mente a um computador.

Final do século XX - Atualidade

Ampliação para incluir a interação com o ambiente e a influência do corpo na cognição, gerando subcampos e críticas ao modelo computacional estrito.

O cognitivismo clássico, com sua ênfase na manipulação de símbolos, deu lugar a discussões sobre a importância da corporeidade, da emoção e da interação social para a cognição, expandindo o escopo do que é considerado 'cognitivo'.

Primeiro registro

Década de 1950

O termo 'cognitivismo' e seus conceitos associados ganham força com o trabalho de pioneiros como George Miller ('The Magical Number Seven, Plus or Minus Two') e o desenvolvimento da inteligência artificial e da ciência da computação.

Momentos culturais

Segunda metade do século XX

A revolução cognitiva, impulsionada pelo cognitivismo, transformou a psicologia e influenciou a filosofia, a linguística e a inteligência artificial, moldando o pensamento sobre a mente humana.

Comparações culturais

Inglês: 'Cognitivism' ou 'Cognitive Science' é o termo predominante, com a mesma base conceitual. Espanhol: 'Cognitivismo' é o termo direto, refletindo a influência acadêmica internacional. Francês: 'Cognitivisme' ou 'Sciences cognitives' seguem a mesma linha.

Relevância atual

Atualidade

O cognitivismo continua sendo um pilar fundamental nas ciências cognitivas, inteligência artificial e neurociência. Embora novas correntes surjam, os princípios cognitivistas de processamento de informação e representação mental permanecem centrais para a compreensão da cognição.

Origem Etimológica e Conceitual

Meados do século XX — Deriva do latim 'cognitio', que significa conhecimento, ato ou faculdade de conhecer. O termo 'cognitivismo' surge como um movimento na psicologia e nas ciências cognitivas.

Consolidação e Expansão

Segunda metade do século XX — O cognitivismo se estabelece como uma corrente teórica dominante, influenciando a inteligência artificial, a linguística e a filosofia da mente. A metáfora do computador para a mente torna-se central.

Uso Contemporâneo e Críticas

Final do século XX e atualidade — O termo é amplamente utilizado em contextos acadêmicos e profissionais. Surgem críticas e novas abordagens que buscam superar as limitações do cognitivismo clássico, como o conexionismo e a cognição corporificada.

cognitivismo

Do latim 'cognitio' (conhecimento) + sufixo '-ismo' (doutrina, sistema).

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