colofão
Do grego 'kholophón', significando 'o ponto culminante' ou 'o fim'.↗ fonte
Origem
Do grego 'kolophōn' (κολοφων), significando cume, topo, extremidade superior. Usado para a ponta de lança ou topo de edifício.
Adaptado para designar a parte final de textos e manuscritos.
Mudanças de sentido
Significado literal de 'topo' ou 'extremidade'.
Passa a designar a parte final de um manuscrito ou livro, onde se registravam informações sobre a cópia.
Torna-se a seção formal com dados de impressão, autoria e publicação. → ver detalhes
Com a imprensa, o colofão ganha um caráter técnico e legal, registrando a propriedade intelectual e os detalhes da produção editorial. Era um selo de autenticidade e informação.
Mantém o sentido técnico e formal, sendo uma palavra de uso restrito a meios editoriais e acadêmicos.
Primeiro registro
Registros em manuscritos medievais, especialmente em cópias de textos religiosos e clássicos, indicando o fim da transcrição e informações sobre o copista. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt)
Momentos culturais
O colofão se torna um elemento crucial na disseminação do conhecimento com a imprensa, registrando a autoria e a produção intelectual da época.
A padronização dos livros e a profissionalização da edição consolidam o colofão como parte integrante da estrutura editorial.
Comparações culturais
Inglês: 'colophon'. Espanhol: 'colofón'. Ambos os idiomas mantêm o termo com o mesmo sentido técnico e histórico, derivado do grego e utilizado na biblioteconomia e edição. O uso é formal em ambos os casos.
Relevância atual
A palavra 'colofão' mantém sua relevância no nicho editorial, biblioteconômico e acadêmico. É um termo técnico que denota a parte final de um livro com informações de publicação, autoria e impressão. Sua presença em dicionários a classifica como palavra formal e dicionarizada. (Referência: 4_lista_exaustiva_portugues.txt)
Origem Etimológica e Antiguidade
Deriva do grego 'kolophōn' (κολοφων), que significava o cume, o topo, a extremidade superior. Na antiguidade, era usado para designar a ponta de uma lança ou a parte superior de um edifício. A associação com o final de um texto surge na Idade Média.
Entrada no Português e Uso Medieval
A palavra 'colofão' entra no português, provavelmente através do latim medieval, para designar a parte final de manuscritos e livros impressos. Era o local onde se registravam informações sobre a cópia ou impressão.
Consolidação na Era Tipográfica
Com o advento da imprensa, o colofão se torna uma seção padrão em livros, contendo dados cruciais como nome do impressor, local e data de impressão, e por vezes, o nome do autor e título da obra. Sua função se torna mais técnica e informativa.
Uso Contemporâneo e Formal
Atualmente, 'colofão' é uma palavra formal, encontrada em dicionários e utilizada em contextos acadêmicos, biblioteconômicos e editoriais para se referir à parte final de um livro ou documento com informações técnicas e de autoria.
Do grego 'kholophón', significando 'o ponto culminante' ou 'o fim'.