cominador

Origem

Latim

Deriva do latim 'cominatio' (ameaça, intimidação) e do verbo 'comminari' (ameaçar). Relacionado a atos de intimidação e declarações hostis.

Mudanças de sentido

Idade Média

Aquele que profere ameaças, intimida ou coage. Usado em contextos legais e religiosos para descrever quem emite ordens com punição implícita.

Séculos XIX-XX

Sentido de 'ameaçador' ou 'intimidador' se mantém, mas a palavra em si entra em desuso, sendo substituída por sinônimos mais comuns.

Século XXI

Termo arcaico e não reconhecido no português brasileiro contemporâneo. Sua função semântica é totalmente coberta por outras palavras.

A palavra 'cominador' não sofreu ressignificações no português brasileiro moderno, pois praticamente desapareceu do uso. Sua ausência indica uma preferência por termos mais diretos e menos formais para expressar a ideia de ameaça ou coação.

Primeiro registro

Século XIII

Registros em textos jurídicos e eclesiásticos medievais, referindo-se a quem proferia ameaças formais ou coações.

Momentos culturais

Idade Média

Presença em documentos legais e religiosos, como bulas papais ou sentenças judiciais, onde se descreviam atos de ameaça ou punição iminente.

Séculos XIX-XX

Aparece esporadicamente em obras literárias que buscam um tom arcaico ou formal, mas sem se popularizar.

Vida digital

Praticamente ausente em buscas online e menções em redes sociais no contexto do português brasileiro. Quando aparece, é em discussões sobre etimologia ou em trechos de textos antigos.

Comparações culturais

Inglês: O termo 'cominator' existe em inglês, mas também é raro e formal, derivado do latim 'comminari', significando 'aquele que ameaça'. Espanhol: O termo 'cominador' existe no espanhol, com o mesmo sentido de 'ameaçador' ou 'coator', mas também é considerado formal e pouco usual no dia a dia, sendo mais comum em contextos legais ou literários.

Relevância atual

Século XXI

Nula no português brasileiro corrente. A palavra é considerada arcaica e não faz parte do vocabulário ativo da maioria dos falantes, sendo substituída por sinônimos mais usuais como 'ameaçador', 'intimidador' ou 'coercitivo'.

Origem Latina e Primeiros Usos

Século XIII - Deriva do latim 'cominatio', que significa ameaça, intimidação, ou do verbo 'comminari', ameaçar. Inicialmente, o termo se referia a um ato de ameaçar ou a uma declaração de intenção hostil.

Evolução no Português

Séculos XIV-XVIII - A palavra 'cominador' (ou formas arcaicas) aparece em textos jurídicos e religiosos, referindo-se a quem profere ameaças, muitas vezes em contextos de excomunhão, punição ou disputa de terras. O sentido de 'aquele que ameaça' se mantém.

Uso Moderno e Desuso

Séculos XIX-XX - O termo 'cominador' torna-se cada vez mais raro no uso geral da língua portuguesa, sendo substituído por sinônimos como 'ameaçador', 'intimidador' ou 'coator'. Sua frequência diminui drasticamente em textos literários e cotidianos.

Atualidade e Ausência no Português Brasileiro

Século XXI - O termo 'cominador' é praticamente inexistente no vocabulário ativo do português brasileiro. Não é reconhecido como palavra corrente e raramente aparece em buscas ou em contextos de uso contemporâneo, exceto em citações de textos antigos ou em discussões etimológicas muito específicas.

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