construídas

Do latim 'constructus', particípio passado de 'construere'.

Origem

Latim

Do latim 'constructus', particípio passado de 'construere' (erguer, edificar, arranjar).

Mudanças de sentido

Latim Vulgar ao Português Arcaico

Inicialmente ligada à edificação física. A forma feminina plural 'construídas' adapta-se à gramática da língua em formação.

Séculos XIV-XVI

Uso em documentos e literatura para descrever edificações e a criação de conceitos abstratos.

Séculos XIX-Atualidade

Ampliação para construção de ideias, teorias, relações, identidades e narrativas. Aplicação em estruturas sociais, políticas, culturais e psicológicas.

A palavra 'construídas' no português brasileiro contemporâneo abrange desde a materialidade de edifícios até a imaterialidade de discursos, identidades e sistemas de crenças. É comum em análises sobre a formação social e cultural do país.

Primeiro registro

Séculos XIV-XV

Registros em documentos notariais, crônicas e textos legais do período, indicando o uso consolidado da forma feminina plural para descrever edificações e obras.

Momentos culturais

Brasil Colônia e Império

Descrições de cidades, igrejas e fortificações construídas. Uso em relatos de viagens e na literatura romântica para descrever cenários e ambientes.

Modernismo Brasileiro

Discussões sobre a arquitetura moderna e a construção de uma nova identidade nacional, onde 'construídas' pode aparecer em análises críticas e manifestos.

Atualidade

Presente em debates sobre patrimônio histórico, urbanismo, políticas públicas e a construção de narrativas históricas alternativas em filmes, séries e novelas.

Vida digital

Termo frequente em artigos acadêmicos e notícias online sobre arquitetura, urbanismo e sociologia.

Utilizada em discussões em redes sociais sobre a construção de identidades e a desconstrução de preconceitos.

Pode aparecer em legendas de fotos de construções históricas ou modernas, com hashtags como #arquitetura, #historia, #urbanismo.

Comparações culturais

Inglês: 'built' (particípio passado de 'to build'), usado de forma similar para edificações e criação de conceitos. Espanhol: 'construidas' (feminino plural de 'construido', particípio passado de 'construir'), com sentido e uso muito próximos ao português. Francês: 'construites' (feminino plural de 'construit', particípio passado de 'construire'), também com equivalência semântica e gramatical.

Relevância atual

A palavra 'construídas' mantém sua relevância em um Brasil que discute ativamente seu passado, presente e futuro. É fundamental para descrever tanto as estruturas físicas que moldam o espaço urbano quanto as estruturas sociais, culturais e ideológicas que definem a sociedade. Sua aplicação abrange desde a engenharia e arquitetura até as ciências humanas e sociais, refletindo a complexidade da realidade brasileira.

Origem Latina e Formação

Século XIII - Deriva do latim 'constructus', particípio passado de 'construere', que significa 'erguer', 'edificar', 'arranjar'. A forma feminina plural 'construídas' surge com a evolução do latim vulgar para o português arcaico, adaptando-se à gramática e morfologia da língua em formação.

Consolidação no Português

Séculos XIV-XVI - A palavra 'construídas' se estabelece no vocabulário português, utilizada em documentos oficiais, textos literários e registros cotidianos para descrever edificações físicas, mas também a criação de conceitos ou estruturas abstratas.

Uso Moderno e Contemporâneo

Séculos XIX-Atualidade - Amplia-se o uso para além do concreto, abrangendo a construção de ideias, teorias, relações, identidades e narrativas. A forma feminina plural 'construídas' é frequentemente empregada em contextos que se referem a estruturas sociais, políticas, culturais e psicológicas.

construídas

Do latim 'constructus', particípio passado de 'construere'.

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