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consultassem

Do latim 'consultare', que significa 'ponderar', 'deliberar', 'pedir conselho'.

Origem

Latim vulgar (século III-V d.C.)

Derivado do verbo latino 'consultare', que significa 'pensar junto', 'deliberar', 'pedir conselho'. A forma 'consultassem' é uma conjugação do subjuntivo imperfeito, indicando uma ação hipotética ou desejada no passado.

Mudanças de sentido

Idade Média - Atualidade

O sentido fundamental de 'pedir conselho', 'deliberar' ou 'consultar' (como em consultar um livro ou um especialista) permaneceu estável. A forma 'consultassem' sempre carregou a nuance de irrealidade, desejo ou condição no passado, sem grandes alterações semânticas.

A forma verbal 'consultassem' é intrinsecamente ligada ao modo subjuntivo, que expressa dúvida, desejo, possibilidade ou irrealidade. Portanto, seu uso sempre esteve associado a cenários hipotéticos, como em 'Se eles consultassem o médico, talvez não tivessem piorado' ou 'Era importante que eles consultassem os documentos antes de assinar'.

Primeiro registro

Idade Média

Registros de textos em português arcaico, como crônicas e documentos legais, que utilizavam o latim como base e já incorporavam estruturas verbais derivadas.

Momentos culturais

Séculos XIX-XX

Presente em obras literárias da época, como romances e contos, onde a forma subjuntiva era frequentemente empregada para criar narrativas complexas e expressar estados de espírito dos personagens.

Século XX

Utilizada em debates jurídicos e acadêmicos, onde a precisão gramatical e a expressão de condições hipotéticas são cruciais.

Comparações culturais

Inglês: A forma correspondente seria o subjuntivo imperfeito, como em 'if they consulted' ou 'had they consulted', usada em contextos semelhantes de hipótese ou desejo passado. Espanhol: Corresponde ao subjuntivo imperfecto, como em 'si consultaran' ou 'si consultasen', com função gramatical idêntica. Francês: Utiliza o subjonctif imparfait, como em 's'ils consultaient', embora o uso do subjuntivo imperfeito seja menos comum no francês moderno falado, sendo frequentemente substituído pelo presente do subjuntivo ou indicativo.

Relevância atual

Atualidade

A forma 'consultassem' é reconhecida como gramaticalmente correta e é utilizada em contextos formais, acadêmicos e literários. Em conversas informais, é menos comum, com falantes tendendo a usar construções mais diretas ou o pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo ('se eles tivessem consultado') para expressar a mesma ideia condicional.

Origem Latina e Formação

Latim vulgar (século III-V d.C.) - Derivado do verbo latino 'consultare', que significa 'pensar junto', 'deliberar', 'pedir conselho'. A forma 'consultassem' é uma conjugação do subjuntivo imperfeito, indicando uma ação hipotética ou desejada no passado.

Entrada e Consolidação no Português

Idade Média - O verbo 'consultar' e suas conjugações, incluindo 'consultassem', entram na língua portuguesa através do latim, mantendo seu sentido original de pedir ou dar conselho, deliberar. A forma 'consultassem' é utilizada em contextos que expressam incerteza, desejo ou condição no passado.

Uso Moderno e Contemporâneo

Séculos XIX-XXI - A forma 'consultassem' continua a ser utilizada na gramática normativa do português, especialmente em textos formais, literários e jurídicos, para expressar uma ação condicional ou hipotética no passado. Sua frequência de uso em contextos informais é menor, sendo substituída por construções mais simples.

consultassem

Do latim 'consultare', que significa 'ponderar', 'deliberar', 'pedir conselho'.

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