Palavras

coprofilia

Do grego kópros (fezes) + phílos (amigo, que ama).fonte

Origem

Século XIX

Termo cunhado a partir do grego antigo: 'kopros' (κόπρος) significando 'fezes' e 'philia' (φιλία) significando 'amor' ou 'atração'.

Mudanças de sentido

Final do século XIX - Início do século XX

Entrada no léxico médico e psicológico como um termo técnico para descrever uma parafilia específica.

A palavra foi criada para categorizar e estudar comportamentos sexuais considerados atípicos, inserindo-se no campo da sexologia e psiquiatria.

Atualidade

Mantém seu sentido técnico, mas também aparece em discussões mais amplas sobre diversidade sexual e tabus.

Embora o uso formal permaneça clínico, a palavra pode surgir em contextos informais ou de mídia, muitas vezes carregada de conotações negativas ou de curiosidade.

Primeiro registro

Final do século XIX - Início do século XX

Registros em publicações médicas e psicológicas da época, possivelmente em obras de sexólogos europeus que influenciaram a terminologia científica global.

Momentos culturais

Século XX

Menções em estudos sobre sexualidade humana e em obras que exploram o espectro das parafilia, frequentemente em um tom clínico ou de escândalo.

Atualidade

Pode aparecer em discussões online sobre sexualidade, em conteúdos de mídia que abordam temas sexuais controversos ou em obras de ficção que exploram o inusitado.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A palavra está associada a estigma social e moral, sendo frequentemente vista como tabu ou repulsiva pela sociedade em geral, o que gera conflitos em discussões abertas sobre o tema.

Vida emocional

Século XX - Atualidade

A palavra carrega um peso emocional significativo, evocando sentimentos de repulsa, nojo, curiosidade mórbida ou, em contextos específicos, compreensão clínica e aceitação da diversidade sexual.

Vida digital

Anos 2000 - Atualidade

Presença em fóruns de discussão sobre sexualidade, artigos online, e em conteúdos de mídia que exploram o inusitado ou o controverso. Buscas podem aumentar em períodos de grande exposição midiática de temas sexuais.

Representações

Século XX - Atualidade

Raras em produções mainstream, mas pode aparecer em filmes, séries ou documentários que exploram parafilia, sexualidade humana ou temas psicológicos complexos, geralmente de forma sensacionalista ou clínica.

Comparações culturais

Século XIX - Atualidade

Inglês: 'coprophilia' (mesma origem e uso clínico). Espanhol: 'coprofilia' (mesma origem e uso clínico). Alemão: 'Koprophilie' (termo técnico similar). Francês: 'coprophilie' (termo técnico similar).

Relevância atual

Atualidade

A palavra mantém sua relevância no campo da sexologia e psicologia clínica para descrever uma parafilia específica. Em discussões sociais, é frequentemente associada a tabus e ao espectro da diversidade sexual, gerando debates sobre normalidade e patologia.

Origem Etimológica

Século XIX — termo cunhado a partir do grego antigo: 'kopros' (κόπρος) significando 'fezes' e 'philia' (φιλία) significando 'amor' ou 'atração'.

Entrada na Língua Portuguesa

Final do século XIX/Início do século XX — A palavra 'coprofilia' entra no vocabulário médico e psicológico em português, refletindo a classificação de parafilia.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Utilizada primariamente em contextos clínicos, sexológicos e em discussões sobre sexualidade humana, frequentemente associada a tabus e estigma.

coprofilia

Do grego kópros (fezes) + phílos (amigo, que ama).

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