corpóreo
Do latim 'corporeus', derivado de 'corpus', corpo.
Origem
Deriva do latim 'corporeus', relacionado a 'corpus' (corpo).
Mudanças de sentido
Sentido primário de 'material', 'que possui corpo físico', em oposição a 'espiritual' ou 'imaterial'.
Mantém o sentido original, sendo empregada em discussões filosóficas, científicas e para descrever a natureza física de algo.
A palavra 'corpóreo' é formal e dicionarizada, raramente sofrendo ressignificações drásticas em seu uso comum, mantendo-se como um termo técnico ou descritivo para a qualidade de ter substância material.
Primeiro registro
A palavra já aparece em textos em português antigo com o sentido de 'material', 'que tem corpo'.
Momentos culturais
Frequentemente utilizada para debater a natureza da existência, a dualidade corpo-mente e a materialidade do universo.
Emprego para contrastar o físico com o etéreo, o tangível com o intangível, em descrições sensoriais ou metafóricas.
Comparações culturais
Inglês: 'corporeal' (com sentido similar de relativo ao corpo, material). Espanhol: 'corpóreo' (com o mesmo sentido e origem latina). Francês: 'corporel' (também com o sentido de relativo ao corpo, físico).
Relevância atual
A palavra 'corpóreo' mantém sua relevância em contextos acadêmicos, científicos e filosóficos, onde a distinção entre o material e o imaterial é fundamental. É um termo formal e preciso para descrever a natureza física de objetos, seres ou conceitos.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XIII - Derivado do latim 'corporeus', que significa 'feito de corpo', 'material', 'carnal'. A palavra se estabelece no vocabulário português com este sentido fundamental de materialidade.
Evolução de Sentido e Uso
Idade Média ao Século XIX - Mantém o sentido de 'que tem corpo', 'material', contrastando com o espiritual ou abstrato. Usado em contextos filosóficos, teológicos e descritivos. A palavra 'corpóreo' é formal e dicionarizada, indicando uma qualidade intrínseca de existência física.
Uso Contemporâneo e Relevância
Século XX e Atualidade - Continua sendo utilizada em seu sentido original, especialmente em contextos formais, científicos e filosóficos. Sua presença é marcada pela distinção entre o material e o imaterial, o tangível e o intangível.
Do latim 'corporeus', derivado de 'corpus', corpo.