corvídeos
Do latim científico Corvidae, plural de Corvidae, derivado de corvus, 'corvo'.
Origem
Do latim 'corvus', que significa corvo. A terminação '-ídeos' indica uma família ou subfamília, comum na taxonomia biológica.
Mudanças de sentido
O sentido da palavra permaneceu estritamente taxonômico, sem desvios ou popularizações significativas.
Diferentemente de termos que podem adquirir conotações populares ou pejorativas, 'corvídeos' manteve seu uso restrito ao âmbito científico e acadêmico, referindo-se à família Corvidae, que inclui corvos, gralhas, pegas e gaios.
Primeiro registro
Registros em publicações científicas e tratados de zoologia do período, que começaram a sistematizar a classificação de aves no Brasil e em Portugal.
Momentos culturais
A presença de corvídeos em documentários sobre a fauna brasileira e em materiais didáticos sobre aves.
Comparações culturais
Inglês: 'Corvids' (mesma origem latina e uso taxonômico). Espanhol: 'Corvidos' (idêntico ao português em origem e uso).
Relevância atual
Termo técnico essencial para ornitólogos, biólogos e estudantes de zoologia. Utilizado em pesquisas sobre comportamento animal, ecologia e conservação de espécies como o gralha-azul (Cyanocorax caeruleus).
Origem Etimológica
Século XIX — Deriva do latim 'corvus', que significa corvo, ave conhecida por sua inteligência e comportamento social.
Entrada na Língua Portuguesa
Século XIX — A palavra 'corvídeos' entra no vocabulário científico e ornitológico do português, referindo-se à família taxonômica Corvidae.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo formal e dicionarizado, usado em contextos científicos, educacionais e de conservação de aves.
Do latim científico Corvidae, plural de Corvidae, derivado de corvus, 'corvo'.