corvídeos

Do latim científico Corvidae, plural de Corvidae, derivado de corvus, 'corvo'.

Origem

Século XIX

Do latim 'corvus', que significa corvo. A terminação '-ídeos' indica uma família ou subfamília, comum na taxonomia biológica.

Mudanças de sentido

Século XIX - Atualidade

O sentido da palavra permaneceu estritamente taxonômico, sem desvios ou popularizações significativas.

Diferentemente de termos que podem adquirir conotações populares ou pejorativas, 'corvídeos' manteve seu uso restrito ao âmbito científico e acadêmico, referindo-se à família Corvidae, que inclui corvos, gralhas, pegas e gaios.

Primeiro registro

Século XIX

Registros em publicações científicas e tratados de zoologia do período, que começaram a sistematizar a classificação de aves no Brasil e em Portugal.

Momentos culturais

Século XX - Atualidade

A presença de corvídeos em documentários sobre a fauna brasileira e em materiais didáticos sobre aves.

Comparações culturais

Inglês: 'Corvids' (mesma origem latina e uso taxonômico). Espanhol: 'Corvidos' (idêntico ao português em origem e uso).

Relevância atual

Atualidade

Termo técnico essencial para ornitólogos, biólogos e estudantes de zoologia. Utilizado em pesquisas sobre comportamento animal, ecologia e conservação de espécies como o gralha-azul (Cyanocorax caeruleus).

Origem Etimológica

Século XIX — Deriva do latim 'corvus', que significa corvo, ave conhecida por sua inteligência e comportamento social.

Entrada na Língua Portuguesa

Século XIX — A palavra 'corvídeos' entra no vocabulário científico e ornitológico do português, referindo-se à família taxonômica Corvidae.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Termo formal e dicionarizado, usado em contextos científicos, educacionais e de conservação de aves.

corvídeos

Do latim científico Corvidae, plural de Corvidae, derivado de corvus, 'corvo'.

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