crisocola
Do grego chrysos (ouro) e kolla (cola), devido à sua capacidade de soldar ouro.↗ fonte
Origem
Deriva do grego 'chrysos' (ouro) e 'kolla' (cola). A etimologia reflete tanto a aparência do mineral quanto seu uso histórico em unir ou imitar ouro.
Mudanças de sentido
Nome de um mineral, possivelmente usado como pigmento ou em processos metalúrgicos.
Termo técnico em mineralogia e alquimia, com descrições científicas.
Nome científico e formal do mineral silicato hidratado de cobre e alumínio, de cor azul ou verde. Mantém seu sentido técnico e dicionarizado.
A palavra 'crisocola' manteve seu sentido técnico ao longo dos séculos, sem sofrer grandes ressignificações populares ou emocionais. Sua trajetória é estritamente ligada ao campo da ciência e da gemologia.
Primeiro registro
Registros em tratados de mineralogia e catálogos de minerais em latim científico, com posterior incorporação ao português.
Momentos culturais
Possível uso como pigmento azul ou verde em arte egípcia e romana, ou como material em joalheria para imitar ou unir ouro.
Menções em textos de alquimistas e naturalistas que descreviam minerais e suas propriedades.
Comparações culturais
Inglês: Chrysocolla. Espanhol: Crisocola. Francês: Chrysocolle. Alemão: Chrysokoll. A palavra é um termo técnico internacional, mantendo a mesma raiz grega e o mesmo significado em diversas línguas ocidentais.
Relevância atual
A palavra 'crisocola' é relevante em contextos acadêmicos (geologia, mineralogia), na indústria de joias e gemas, e em colecionismo de minerais. Sua presença digital é restrita a sites especializados e enciclopédias online.
Origem Etimológica
Antiguidade Clássica — do grego 'chrysos' (ouro) e 'kolla' (cola), referindo-se à sua cor dourada ou à sua capacidade de unir metais, como o ouro, em processos de soldagem ou em joalheria.
Entrada no Português
Séculos XVI-XVII — A palavra 'crisocola' entra no vocabulário científico e técnico do português, provavelmente através do latim científico, para nomear o mineral.
Uso Contemporâneo
Atualidade — Termo dicionarizado e formal, usado primariamente em geologia, mineralogia, joalheria e artes.
Do grego chrysos (ouro) e kolla (cola), devido à sua capacidade de soldar ouro.