de-tempos

Origem

Século XVI

Formada pela aglutinação do prefixo 'de-' (indica afastamento, negação ou intensidade) com o substantivo 'tempos' (plural de 'tempo', do latim 'tempus').

Mudanças de sentido

Século XVI - XIX

Possível uso informal para indicar 'fora de época' ou 'antigamente'.

Século XX - Atualidade

A forma separada 'de tempos' evoca nostalgia, passado específico ou qualidade duradoura. A forma aglutinada 'detempos' é rara e experimental, sem significado consolidado.

A forma 'de tempos' (separada) é usada para evocar um passado específico ou uma qualidade intrínseca ligada ao tempo, como em 'um perfume de tempos idos'. A forma aglutinada 'detempos' não é dicionarizada e aparece em contextos de internet ou experimentais, sem um significado lexical fixo, podendo ser interpretada como uma tentativa de criar um termo poético ou arcaico.

Primeiro registro

Século XVI

Não há registros formais de dicionários ou gramáticas que documentem a forma aglutinada 'detempos' em períodos anteriores ao século XX. A forma separada 'de tempos' é mais antiga e aparece em textos literários e coloquiais.

Vida digital

A forma aglutinada 'detempos' aparece esporadicamente em fóruns online, redes sociais e blogs como um neologismo experimental ou em contextos poéticos/artísticos.

Buscas por 'detempos' geralmente retornam resultados relacionados à forma separada 'de tempos' ou a conteúdos que usam a palavra de forma criativa.

Comparações culturais

Inglês: Não há um equivalente direto aglutinado. Expressões como 'of old times', 'from bygone days' ou 'timeless' cobrem aspectos semânticos. Espanhol: Similarmente, não há uma forma aglutinada comum. Expressões como 'de antaño', 'de otros tiempos' ou 'atemporal' são usadas. Francês: 'd'antan', 'd'autrefois', 'intemporel'. Alemão: 'einstig', 'früher', 'zeitlos'.

Relevância atual

A forma aglutinada 'detempos' não possui relevância lexical consolidada no português brasileiro. Sua aparição é restrita a nichos experimentais ou informais. A forma separada 'de tempos' mantém sua relevância para evocar o passado e a nostalgia.

Origem e Formação

Século XVI - Formada pela aglutinação do prefixo 'de-' (indica afastamento, negação ou intensidade) com o substantivo 'tempos' (plural de 'tempo', do latim 'tempus'). Inicialmente, pode ter surgido em contextos informais para expressar uma ideia de 'fora de época' ou 'antigamente'.

Uso Inicial e Evolução

Séculos XVII-XIX - Possível uso em contextos regionais ou dialetais para descrever algo que não se encaixa no tempo presente, ou que pertence a um passado distante e, por vezes, idealizado ou esquecido. Sem registros formais consolidados.

Ressignificação Contemporânea

Século XX - Atualidade - A expressão 'de tempos' (com espaço) ganha força em contextos informais e literários para evocar nostalgia, um passado específico ou uma qualidade intrínseca ligada ao tempo. A forma aglutinada 'detempos' é rara e não dicionarizada, aparecendo esporadicamente em contextos de internet ou como um neologismo experimental.

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