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deicídio

Do latim 'deicidium', de 'deus' (deus) + '-cidium' (morte).fonte

Origem

Século XX

Composta a partir de elementos gregos e latinos: 'theos' (θεός) do grego, significando 'deus', e 'caedere' do latim, que significa 'matar' ou 'cortar'. A junção forma o conceito de 'morte de um deus'.

Mudanças de sentido

Século XX

Inicialmente, o termo é empregado de forma estrita para designar a morte de uma divindade em narrativas mitológicas ou religiosas. Posteriormente, expande-se para o campo filosófico e existencial.

A noção de 'deicídio' pode ser associada a conceitos como a morte de Deus na filosofia de Nietzsche, onde a crença em Deus perde sua centralidade na cultura ocidental. Também pode ser usada metaforicamente para descrever a destruição de ídolos ou a perda de fé em figuras de autoridade ou princípios absolutos.

Primeiro registro

Século XX

A data exata do primeiro registro em português é difícil de precisar sem acesso a um corpus linguístico exaustivo, mas o termo ganha tração em discussões acadêmicas e literárias a partir da segunda metade do século XX, influenciado por debates filosóficos europeus.

Momentos culturais

Século XX

A filosofia existencialista e o pós-modernismo, com pensadores como Friedrich Nietzsche e sua proclamação da 'morte de Deus', criam um terreno fértil para a discussão de conceitos relacionados ao 'deicídio', mesmo que o termo em si não seja central em suas obras.

Século XX - Atualidade

O termo pode aparecer em obras literárias, ensaios teológicos e filosóficos que exploram temas de fé, descrença, niilismo e a crise de valores.

Comparações culturais

Inglês: 'Deicide' é usado de forma similar, com conotações teológicas e filosóficas, frequentemente associado à crucificação de Jesus Cristo ou a conceitos de perda de fé. Espanhol: 'Deicidio' possui o mesmo significado e uso, presente em discussões religiosas e filosóficas. Francês: 'Deicide' é um termo empregado em contextos teológicos e literários, com a mesma raiz etimológica e sentido.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'deicídio' mantém sua relevância em nichos acadêmicos e intelectuais, servindo como um termo preciso para discutir a ausência ou a perda do sagrado, a crise de transcendência e a desconstrução de dogmas em sociedades contemporâneas. Sua presença digital é limitada a contextos específicos de pesquisa e debate.

Origem Etimológica

Século XX — Formada a partir do grego 'theos' (deus) e do latim 'caedere' (matar), significando literalmente 'morte de um deus'.

Entrada na Língua Portuguesa

Século XX — A palavra 'deicídio' surge em contextos teológicos, filosóficos e literários, como um termo para descrever a morte de uma divindade, seja literal ou metaforicamente.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Utilizada em discussões acadêmicas, literárias e, ocasionalmente, em contextos metafóricos para expressar a perda de fé ou a desvalorização de ideais divinos ou absolutos.

deicídio

Do latim 'deicidium', de 'deus' (deus) + '-cidium' (morte).

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