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digoxina

Derivado do nome da planta *Digitalis purpurea* (dedaleira), de onde é extraído, com o sufixo -ina, comum em nomes de substâncias químicas.

Origem

Século XIX

Deriva do nome científico da planta Digitalis purpurea, que por sua vez tem origem no latim 'digitalis', significando 'semelhante a um dedo', em alusão à forma das flores.

Primeiro registro

Início do século XX

O termo 'digoxina' começa a aparecer em publicações científicas e farmacêuticas relacionadas à medicina cardiovascular, após o isolamento e caracterização do composto.

Comparações culturais

Século XX - Atualidade

Inglês: 'Digoxin'. Espanhol: 'Digoxina'. Francês: 'Digoxine'. Alemão: 'Digoxin'. O termo é amplamente internacionalizado na comunidade científica e médica, mantendo a mesma grafia ou variações mínimas em diferentes idiomas, refletindo sua origem botânica e química comum.

Relevância atual

Atualidade

A 'digoxina' continua sendo um medicamento de referência no tratamento de certas condições cardíacas, sendo um termo de alta relevância clínica e farmacológica. Sua presença é constante em ambientes hospitalares, consultórios médicos e na pesquisa científica voltada para a cardiologia.

Origem Etimológica

Século XIX - Deriva do nome da planta Digitalis purpurea, cujas folhas contêm glicosídeos digitálicos. O nome da planta, por sua vez, vem do latim 'digitalis', referindo-se à semelhança das flores com os dedos ('digitus').

Entrada na Língua e Uso Inicial

Início do século XX - A palavra 'digoxina' entra no vocabulário médico e farmacêutico, referindo-se especificamente ao composto isolado e purificado da Digitalis purpurea, com uso terapêutico estabelecido para doenças cardíacas.

Uso Contemporâneo

Atualidade - 'Digoxina' é um termo técnico-científico amplamente utilizado na área da saúde, presente em prescrições médicas, bulas de medicamentos, artigos científicos e discussões clínicas sobre tratamento de insuficiência cardíaca e arritmias.

digoxina

Derivado do nome da planta *Digitalis purpurea* (dedaleira), de onde é extraído, com o sufixo -ina, comum em nomes de substâncias químicas.

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