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diploide

Do grego 'di-' (duplo) e 'ploos' (dobra, múltiplo).

Origem

Século XIX

Do grego 'di-' (duplo) e 'ploos' (dobra, envoltório). O termo foi cunhado para descrever organismos ou células que possuem dois conjuntos completos de cromossomos.

Primeiro registro

Início do século XX

A entrada da palavra no português ocorre com a disseminação da teoria cromossômica da hereditariedade e os avanços na citologia. Registros em publicações científicas da época.

Comparações culturais

Inglês: 'diploid'. Espanhol: 'diploide'. O termo é internacional e compartilhado entre as línguas científicas ocidentais, derivado do mesmo étimo grego.

Relevância atual

A palavra 'diploide' mantém sua relevância estritamente no campo científico e acadêmico. É um termo fundamental para a compreensão da hereditariedade, reprodução e evolução biológica, sendo parte essencial do vocabulário de estudantes e pesquisadores da área.

Origem Etimológica

Século XIX — Formada a partir do grego 'di-' (duplo) e 'ploos' (dobra, envoltório), referindo-se à condição de possuir dois conjuntos de cromossomos.

Entrada na Língua Portuguesa

Início do século XX — A palavra 'diploide' entra no vocabulário científico e acadêmico do português, especialmente em textos de biologia e genética, refletindo o avanço do conhecimento científico na área.

Uso Contemporâneo

Atualidade — Termo técnico amplamente utilizado em contextos acadêmicos, de pesquisa e educacionais em biologia, genética e medicina. Sua presença é formal e restrita a esses domínios.

diploide

Do grego 'di-' (duplo) e 'ploos' (dobra, múltiplo).

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