discromatopsia
Do grego dys- (dificuldade, anomalia) + chrōma (cor) + opsis (visão).
Origem
Do grego 'dys-' (dificuldade, anomalia), 'chroma' (cor) e 'opsis' (visão).
Mudanças de sentido
Concebida como um termo estritamente técnico e descritivo para uma condição oftalmológica específica, sem conotações figuradas ou populares.
A palavra nasceu em um contexto científico, refletindo a necessidade de precisão terminológica para descrever anomalias visuais. Não houve uma evolução semântica para usos coloquiais ou metafóricos.
Primeiro registro
Provavelmente em publicações médicas e oftalmológicas em português, refletindo a adoção de terminologia científica internacional.
Comparações culturais
Inglês: 'Dyschromatopsia' - termo médico idêntico, com a mesma origem grega e uso técnico. Espanhol: 'Discromatopsia' - termo médico idêntico, com a mesma origem grega e uso técnico. Francês: 'Dyschromatopsie' - termo médico idêntico, com a mesma origem grega e uso técnico.
Relevância atual
A palavra mantém sua relevância estritamente no campo da medicina, especificamente na oftalmologia e genética, para a descrição de distúrbios da visão de cores. Sua entrada no 'corpus_girias_regionais.txt' ou em bases de dados de uso popular é improvável, dada sua natureza técnica.
Origem Etimológica
Século XIX - Formada a partir de elementos gregos: 'dys-' (dificuldade, anomalia), 'chroma' (cor) e 'opsis' (visão). Reflete um termo técnico para uma condição médica.
Entrada na Língua Portuguesa
Final do século XIX/Início do século XX - A palavra entra no vocabulário médico e científico em português, provavelmente através de traduções de obras estrangeiras ou pela influência da comunidade científica internacional.
Uso Contemporâneo
Atualidade - Utilizada primariamente em contextos médicos e oftalmológicos para descrever deficiências na percepção de cores. Sua presença fora desses âmbitos é rara, mantendo um caráter formal e técnico.
Do grego dys- (dificuldade, anomalia) + chrōma (cor) + opsis (visão).