dislipidemia
Do grego dys- (anormal) + lipo- (gordura) + -emia (sangue).
Origem
Do grego 'dys-' (mau, difícil) + 'lipos' (gordura) + '-emia' (sangue). Refere-se a uma anormalidade nos níveis de lipídios no sangue.
Mudanças de sentido
Termo estritamente médico para descrever desequilíbrios lipídicos.
A palavra nasceu com um sentido técnico e específico, sem transbordar para o uso popular ou figurado. Sua função é unicamente descritiva de uma condição fisiopatológica.
Primeiro registro
Registros em literatura médica e científica em português, espelhando o uso internacional. (corpus_literatura_medica_portugues)
Comparações culturais
Inglês: 'dyslipidemia' (termo idêntico e de uso médico corrente). Espanhol: 'dislipidemia' (termo idêntico e de uso médico corrente). Francês: 'dyslipidémie' (termo idêntico e de uso médico corrente).
Relevância atual
Termo fundamental na medicina moderna, essencial para o diagnóstico e manejo de doenças cardiovasculares e metabólicas. Sua presença em artigos científicos, prontuários médicos e discussões clínicas é constante. (palavrasMeaningDB:id_dislipidemia)
Origem Etimológica
Formada a partir do grego 'dys-' (mau, difícil) e 'lipos' (gordura), com o sufixo '-emia' (sangue), indicando uma condição no sangue. O termo é de cunho científico e médico.
Entrada na Língua Portuguesa
A palavra 'dislipidemia' entrou no vocabulário médico e científico do português, provavelmente a partir do inglês 'dyslipidemia', com a disseminação do conhecimento médico e a necessidade de terminologia precisa para condições de saúde. Sua entrada é marcada pela formalidade e pelo uso em contextos acadêmicos e clínicos.
Uso Contemporâneo
Atualmente, 'dislipidemia' é um termo médico amplamente utilizado em diagnósticos, tratamentos e pesquisas. Sua relevância se mantém alta na área da saúde, especialmente em cardiologia e endocrinologia, sendo uma palavra formal e dicionarizada.
Do grego dys- (anormal) + lipo- (gordura) + -emia (sangue).