dominância
Derivado do latim 'dominans, dominantis', particípio presente de 'dominare' (dominar).
Origem
Do latim 'dominans', particípio presente de 'dominare', significando 'aquele que domina' ou 'que tem senhorio'.
Mudanças de sentido
Ampliação para contextos científicos, como hereditariedade (genética) e relações de poder (sociologia).
Consolidação do sentido de supremacia, preponderância e influência em diversas áreas do conhecimento.
Primeiro registro
A entrada da palavra no português se dá em um período de formação e consolidação da língua, com uso em textos eruditos e técnicos. A ausência de registros populares em épocas anteriores sugere um uso mais restrito a círculos acadêmicos ou formais.
Momentos culturais
A palavra ganha destaque em discussões acadêmicas sobre genética (dominância de alelos) e em estudos sobre dinâmicas de grupo e poder social.
Comparações culturais
Inglês: 'dominance', com origem similar no latim 'dominans', utilizada amplamente em genética, ecologia e relações sociais. Espanhol: 'dominancia', também derivada do latim, com uso paralelo em contextos científicos e sociais. Francês: 'dominance', com etimologia e aplicações semelhantes. Alemão: 'Dominanz', com a mesma raiz latina e uso em áreas científicas.
Relevância atual
A palavra 'dominância' mantém sua relevância em contextos científicos e acadêmicos, sendo fundamental para descrever relações de poder, influência e características preponderantes em sistemas biológicos, sociais e psicológicos. Seu uso é estritamente formal e técnico.
Origem Etimológica e Entrada no Português
Século XV/XVI — Deriva do latim 'dominans', particípio presente de 'dominare' (dominar, ter senhorio). A palavra 'dominância' surge como um substantivo abstrato para expressar a qualidade ou estado de ser dominante. Sua entrada no português se dá em um período de consolidação da língua, possivelmente influenciada pelo latim erudito e pelo desenvolvimento de conceitos em áreas como direito e filosofia.
Evolução de Sentido e Uso
Séculos XVII-XIX — A palavra começa a ser utilizada em contextos mais específicos, como na biologia (hereditariedade) e na sociologia (relações de poder). O sentido de 'supremacia' ou 'preponderância' se consolida, sendo aplicada a características genéticas, influências políticas ou sociais. O uso se mantém formal e dicionarizado, sem grande popularização.
Uso Contemporâneo e Ressignificações
Século XX-Atualidade — 'Dominância' se estabelece firmemente em campos científicos (genética, ecologia, psicologia) e nas ciências sociais. Ganha nuances em discussões sobre poder, hierarquia e influência. A palavra é formal e dicionarizada, como indicado pelo contexto RAG ('Palavra formal/dicionarizada').
Derivado do latim 'dominans, dominantis', particípio presente de 'dominare' (dominar).