edentulismo
Do grego 'a-' (sem) + 'odous, odontos' (dente) + sufixo '-ismo'.
Origem
Formado a partir do grego 'edentos', que significa 'sem dentes', e o sufixo '-ismo', comum na formação de substantivos que denotam estados, condições ou doutrinas.
Mudanças de sentido
O sentido permaneceu estritamente técnico e descritivo, referindo-se à condição clínica de ausência de dentes, sem conotações figuradas ou emocionais significativas.
Diferentemente de termos que adquirem significados sociais ou culturais, 'edentulismo' manteve seu uso restrito ao campo da saúde, especificamente da odontologia e áreas correlatas como a geriatria.
Primeiro registro
Registros em literatura médica e odontológica da época, indicando a necessidade de um termo técnico para a condição.
Momentos culturais
A palavra pode aparecer em discussões sobre envelhecimento populacional e qualidade de vida na terceira idade, mas raramente em contextos culturais amplos como literatura ou música, mantendo-se em nichos especializados.
Comparações culturais
Inglês: 'edentulism' (termo técnico similar). Espanhol: 'edentulismo' (termo técnico similar). Francês: 'édentisme' (termo técnico similar).
Relevância atual
O termo é fundamental na odontologia para classificar e estudar a perda total de dentes, sendo relevante em pesquisas sobre saúde bucal, próteses dentárias e o impacto do edentulismo na nutrição e bem-estar de populações, especialmente idosos.
Origem Etimológica
Deriva do grego 'edentos' (sem dentes), com o sufixo '-ismo' indicando condição ou estado.
Entrada na Língua Portuguesa
Termo técnico, provavelmente introduzido no vocabulário médico e odontológico a partir do século XIX, com a formalização da ciência.
Uso Contemporâneo
Utilizado em contextos clínicos e de pesquisa em odontologia e geriatria para descrever a condição de ausência total de dentes.
Do grego 'a-' (sem) + 'odous, odontos' (dente) + sufixo '-ismo'.