emoções

Do latim 'emotio, -onis'.

Origem

Antiguidade Clássica

Do latim 'emotio', significando 'movimento para fora', 'agitação'. Deriva do verbo 'emovere'.

Mudanças de sentido

Séculos XVIII-XIX

Inicialmente associada a sentimentos intensos e, por vezes, descontrolados, com conotação negativa em alguns contextos.

Século XX

Passa a ser estudada cientificamente pela psicologia, ganhando um sentido mais técnico e analítico, além de ser associada a experiências subjetivas e estados de espírito.

A psicologia e a psicanálise foram fundamentais para a desmistificação e a categorização das emoções, influenciando o uso da palavra em contextos clínicos e de desenvolvimento pessoal.

Atualidade

Amplo espectro de uso, desde a linguagem cotidiana até a neurociência, marketing e inteligência artificial, abrangendo desde sentimentos básicos até complexos estados afetivos.

O termo 'inteligência emocional' popularizou a discussão sobre a gestão e compreensão das emoções, tornando a palavra ainda mais relevante em esferas profissionais e pessoais.

Primeiro registro

Século XVIII

Registros em textos filosóficos e literários portugueses começam a utilizar o termo, refletindo influências europeias.

Momentos culturais

Romantismo (Século XIX)

Intensificação do uso da palavra em literatura para descrever paixões, sofrimentos e estados de alma exaltados.

Meados do Século XX

Popularização do estudo das emoções em obras de psicologia e autoajuda.

Final do Século XX - Atualidade

Presença constante em filmes, novelas, músicas e debates sobre bem-estar e saúde mental.

Vida emocional

Séculos XVIII-XIX

Associada a uma certa intensidade, por vezes vista com desconfiança ou como algo a ser controlado.

Século XX - Atualidade

Geralmente vista de forma mais neutra ou positiva, como parte essencial da experiência humana, com ênfase na sua compreensão e gestão.

Vida digital

Anos 2000 - Atualidade

Altíssima frequência em buscas online relacionadas a bem-estar, saúde mental, relacionamentos e desenvolvimento pessoal. Termos como 'emoções positivas' e 'gerenciamento de emoções' são populares. Viraliza em conteúdos de redes sociais sobre sentimentos e empatia.

Representações

Século XX - Atualidade

Central em filmes de drama, comédias românticas, novelas e séries que exploram conflitos interpessoais e jornadas de autodescoberta. O filme 'Divertida Mente' (Inside Out) é um exemplo notável de representação lúdica das emoções.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'Emotions' - termo amplamente utilizado em psicologia e cultura popular, com forte ênfase em 'emotional intelligence'. Espanhol: 'Emociones' - similar ao português e inglês, com vasta literatura acadêmica e popular sobre o tema. Francês: 'Émotions' - também com forte tradição filosófica e psicológica. Alemão: 'Emotionen' - termo técnico em psicologia, com nuances filosóficas.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'emoções' é fundamental em discussões sobre saúde mental, inteligência emocional, empatia, relacionamentos e bem-estar. Sua compreensão e gestão são consideradas habilidades essenciais na vida pessoal e profissional, impulsionadas por um crescente interesse em autoconhecimento e qualidade de vida.

Origem Etimológica Latina

Deriva do latim 'emotio', que por sua vez vem de 'emovere' (mover para fora, agitar). Refere-se a um estado afetivo, um sentimento.

Entrada e Consolidação no Português

A palavra 'emoções' e seu singular 'emoção' foram incorporados ao léxico português, possivelmente através do francês 'émotion' ou diretamente do latim, ganhando espaço em textos literários e filosóficos.

Uso Contemporâneo e Psicologização

A palavra 'emoções' se torna central em discussões psicológicas, terapêuticas e de autoconhecimento, expandindo seu uso para além da literatura e filosofia.

emoções

Do latim 'emotio, -onis'.

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