empastar-se

Derivado de 'pasta' + sufixo verbal '-ar' + pronome reflexivo 'se'.

Origem

Século XV/XVI

Derivação do substantivo 'pasta' (do latim 'pasta', massa de farinha e água) com o sufixo verbal '-ar', indicando ação. O sufixo pronominal '-se' indica reflexividade ou reciprocidade.

Mudanças de sentido

Século XV/XVI

Formação a partir de 'pasta' com o sentido de 'tornar-se como pasta'.

Séculos XVII-XIX

Predominantemente literal, aplicado a alimentos e substâncias que amolecem ou perdem a forma.

Exemplos em receitas antigas ou descrições de materiais que se deterioram. O sentido figurado era raro.

Século XX-Atualidade

Ampliação para materiais diversos e sentidos figurados de perda de firmeza ou clareza.

Pode descrever uma tinta que secou mal, um bolo que não assou direito, ou um argumento que se tornou confuso e sem estrutura. A ideia central é a perda de consistência e solidez.

Primeiro registro

Século XVII

Registros em textos culinários e manuais de artesãos descrevendo o amolecimento de substâncias. (Referência hipotética baseada na evolução da língua).

Representações

Século XX

Aparece em diálogos de novelas e filmes descrevendo alimentos ou situações onde algo perde a forma ou a consistência esperada.

Atualidade

Uso em programas de culinária, tutoriais de artesanato e, ocasionalmente, em contextos figurados em séries e filmes para descrever a falha de um plano ou a confusão de um personagem.

Comparações culturais

Inglês: 'to become mushy', 'to go soft', 'to turn to paste'. Espanhol: 'deshacerse', 'volverse pastoso', 'perder la consistencia'. Francês: 'se défaire', 'devenir pâteux'. Italiano: 'impastarsi', 'diventare pastoso'.

Relevância atual

A palavra mantém seu uso literal em contextos culinários e de materiais. O uso figurado, embora menos comum que outros verbos de perda de consistência, ainda é compreendido para descrever a deterioração de forma, estrutura ou clareza.

Formação do Português

Século XV/XVI — Derivação do substantivo 'pasta' (do latim 'pasta', massa de farinha e água) com o sufixo verbal '-ar', indicando ação. O sufixo pronominal '-se' indica reflexividade ou reciprocidade.

Uso Histórico e Literário

Séculos XVII-XIX — Uso em contextos culinários e descritivos para alimentos que perdem a consistência. Menos comum em contextos abstratos.

Uso Moderno e Contemporâneo

Século XX-Atualidade — Ampliação do uso para descrever materiais que perdem a firmeza, como tintas, argilas, ou até mesmo a consistência de um discurso ou plano. O sentido de 'tornar-se mole' ou 'perder a forma' é predominante.

empastar-se

Derivado de 'pasta' + sufixo verbal '-ar' + pronome reflexivo 'se'.

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