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enológico

Do grego oinos (vinho) + logos (estudo).

Origem

Século XIX

Do grego 'oinos' (vinho) + 'logos' (estudo). O termo 'enologia' (ciência do vinho) é formado, e 'enológico' surge como adjetivo relacionado.

Mudanças de sentido

Início do Século XX

Estritamente técnico e científico, ligado à produção e estudo do vinho.

Atualidade

Mantém o sentido técnico e científico, sendo um termo formal e dicionarizado.

Primeiro registro

Início do Século XX

Registros em publicações acadêmicas e técnicas sobre viticultura e enologia no Brasil e em Portugal.

Momentos culturais

Século XX - Atualidade

Associado ao crescimento do mercado de vinhos finos no Brasil, com a expansão de cursos de enologia e publicações especializadas.

Comparações culturais

Inglês: 'enological' (adjetivo derivado de 'enology'). Espanhol: 'enológico' (adjetivo derivado de 'enología'). Francês: 'œnologique' (adjetivo derivado de 'œnologie'). Italiano: 'enologico' (adjetivo derivado de 'enologia'). Todos compartilham a mesma raiz grega e o sentido técnico.

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'enológico' mantém sua relevância no nicho de estudos e mercado de vinhos, sendo fundamental para a comunicação técnica e acadêmica no setor.

Origem Etimológica

Século XIX — Deriva do grego 'oinos' (vinho) e 'logos' (estudo), formando 'enologia', a ciência do vinho. O adjetivo 'enológico' surge para qualificar o que se relaciona a essa ciência.

Entrada e Uso na Língua Portuguesa

Início do século XX — A palavra 'enológico' entra no vocabulário formal da língua portuguesa, associada ao estudo científico e técnico da produção de vinhos. Seu uso é restrito a círculos acadêmicos, profissionais do setor vitivinícola e entusiastas.

Uso Contemporâneo

Atualidade — 'Enológico' é uma palavra formal e dicionarizada, utilizada em contextos técnicos, acadêmicos e em publicações especializadas sobre vinhos. Mantém sua conotação científica e de estudo.

enológico

Do grego oinos (vinho) + logos (estudo).

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