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enterotoxina

Do grego 'enteron' (intestino) + 'toxikon' (veneno).

Origem

Final do século XIX / Início do século XX

Composta a partir de elementos gregos: 'enteron' (intestino) e 'toxikon' (veneno), com o sufixo '-ina' para designar uma substância química ou biológica.

Primeiro registro

Século XX

O registro formal da palavra em português brasileiro se deu em publicações científicas e médicas, acompanhando a nomenclatura internacional da época.

Comparações culturais

Século XX - Atualidade

Inglês: 'enterotoxin'. Espanhol: 'enterotoxina'. O termo é amplamente internacionalizado na comunidade científica, mantendo a mesma raiz etimológica e significado em diversas línguas.

Relevância atual

Atualidade

A palavra é fundamental em discussões sobre segurança alimentar, intoxicações bacterianas (como as causadas por Staphylococcus aureus e Clostridium perfringens), desenvolvimento de antibióticos e vacinas, e pesquisa em microbiologia e imunologia.

Origem Etimológica

Formada a partir do grego 'enteron' (intestino) e 'toxikon' (veneno), com o sufixo '-ina' indicando substância. O termo é de cunho científico e técnico, surgindo com o avanço da microbiologia e da medicina.

Entrada na Língua Portuguesa

A palavra 'enterotoxina' ingressou no vocabulário científico e médico do português brasileiro provavelmente no decorrer do século XX, acompanhando a disseminação do conhecimento em microbiologia e toxicologia.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'enterotoxina' é um termo técnico amplamente utilizado em contextos de saúde pública, medicina, veterinária e pesquisa científica, referindo-se especificamente a toxinas produzidas por bactérias que afetam o trato intestinal.

enterotoxina

Do grego 'enteron' (intestino) + 'toxikon' (veneno).

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