Palavras

entona

Derivado do verbo 'entonar', do latim 'intōnare'.

Origem

Latim

Do latim 'intono, intonare', significando emitir som, ressoar, entoar. Composto por 'in-' (em) e 'tonare' (trovejar, ressoar).

Mudanças de sentido

Latim/Português Medieval

Emitir som com a voz, cantar, recitar em tom, ressoar.

Português Moderno e Contemporâneo

Manutenção do sentido original: cantar, recitar em tom, emitir som vocalmente com melodia ou ritmo. A forma 'entona' é a conjugação mais comum.

Embora o sentido central permaneça, o uso pode variar em nuances. 'Entona' pode descrever desde um canto gregoriano até a forma como alguém 'entona' um discurso, indicando a modulação da voz.

Primeiro registro

Registros de textos medievais em português, como cantigas e crônicas, a partir do século XIII, onde o verbo 'entoar' e suas conjugações aparecem.

Momentos culturais

Idade Média

Uso frequente em cantigas trovadorescas e textos religiosos para descrever o canto.

Renascimento e Barroco

Presente em poemas e peças teatrais para indicar a declamação ou canto de versos.

Século XX e XXI

Continua em uso na música popular e erudita, na poesia falada e em contextos que valorizam a expressividade vocal.

Vida digital

A forma 'entona' aparece em transcrições de letras de música, poemas e em discussões sobre performance vocal em plataformas como YouTube e redes sociais.

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Comparações culturais

Inglês: 'to intone', 'to chant', 'to sing'. Espanhol: 'entonar', 'cantar'. Italiano: 'intonare'. Francês: 'entonner'.

Relevância atual

A palavra 'entona' mantém sua relevância no vocabulário português brasileiro, especialmente em contextos artísticos, literários e musicais. É uma palavra que descreve com precisão a ação de emitir sons vocais de forma melódica ou ritmada, sendo fundamental para a descrição de práticas culturais e expressivas.

Origem Etimológica e Latim

Século XIII — do latim 'intono, intonare', que significa emitir som, ressoar, entoar. Deriva de 'in-' (em) + 'tonare' (trovejar, ressoar).

Entrada no Português e Uso Medieval

Séculos XIII-XIV — A palavra 'entoe' (forma verbal) e 'entoar' (infinitivo) entram no português, com o sentido de emitir som com a voz, cantar, recitar em tom. Usada em contextos religiosos e literários.

Evolução e Uso Moderno

Séculos XV-XIX — O sentido se mantém ligado à emissão vocal melódica ou rítmica. 'Entoar' é comum em poesia, música e textos litúrgicos. O verbo 'entona' (3ª pessoa do singular do presente do indicativo) é a forma conjugada mais frequente.

Uso Contemporâneo no Brasil

Século XX-Atualidade — 'Entona' mantém seu sentido primário de emitir som com a voz, cantar ou recitar em tom. É amplamente utilizada em contextos musicais, poéticos, religiosos e em descrições de fala com entonação específica. A forma 'entona' é a mais comum em textos e falas.

entona

Derivado do verbo 'entonar', do latim 'intōnare'.

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