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eosinofilia

Do grego 'eos' (aurora) + 'philos' (amante), referindo-se à cor que os grânulos celulares adquirem com eosina, + sufixo '-ia' (condição).

Origem

Final do século XIX

Do grego 'éos' (aurora, alvorada) + 'philos' (amigo, que ama) + sufixo '-ia' (condição). Refere-se à afinidade dos eosinófilos com corantes ácidos (eosinofílicos), que lhes conferem coloração rosada/avermelhada.

Primeiro registro

Final do século XIX

O termo foi cunhado e começou a ser utilizado na literatura científica médica internacional, sendo subsequentemente incorporado ao português através de publicações e traduções médicas.

Comparações culturais

Inglês: 'Eosinophilia'. Espanhol: 'Eosinofilia'. O termo é amplamente internacionalizado na comunidade científica, mantendo a mesma raiz etimológica e significado em diversas línguas.

Relevância atual

Atualidade

Termo fundamental no diagnóstico e acompanhamento de doenças alérgicas (asma, rinite, dermatite atópica), infecções parasitárias e algumas neoplasias. É uma palavra formal/dicionarizada, essencial no jargão médico.

Origem Etimológica

A palavra 'eosinofilia' tem origem no grego 'éos' (aurora, alvorada) e 'philos' (amigo, que ama), referindo-se à afinidade com a cor vermelha ou rosada que os eosinófilos adquirem com corantes específicos. O sufixo '-ia' indica uma condição ou estado.

Entrada na Língua Portuguesa

A palavra foi introduzida no vocabulário médico e científico da língua portuguesa, provavelmente no final do século XIX ou início do século XX, acompanhando o desenvolvimento da hematologia e da patologia.

Uso Contemporâneo

Atualmente, 'eosinofilia' é um termo técnico amplamente utilizado na medicina, especialmente em hematologia e alergologia, para descrever o aumento de eosinófilos no sangue ou em tecidos, indicativo de diversas condições médicas.

eosinofilia

Do grego 'eos' (aurora) + 'philos' (amante), referindo-se à cor que os grânulos celulares adquirem com eosina, + sufixo '-ia' (condição).

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