Palavras

epitopo

Do grego 'epi-' (sobre) + 'topos' (lugar).

Origem

Século XX

Do grego 'epi' (sobre, em cima) e 'topos' (lugar), significando literalmente 'lugar sobre' ou 'região específica'.

Mudanças de sentido

Século XX

Originalmente um termo genérico para 'lugar', foi especificamente adaptado para a ciência como a porção de um antígeno que interage com um anticorpo ou receptor celular.

A palavra 'epitopo' não passou por ressignificações populares ou mudanças de sentido fora do seu contexto científico original. Sua evolução é estritamente ligada ao avanço da imunologia e da biologia molecular.

Primeiro registro

Meados do Século XX

Registrado em publicações científicas da área de imunologia, descrevendo a especificidade da interação antígeno-anticorpo. (Referência: Corpus de Terminologia Científica - Imunologia)

Comparações culturais

Inglês: 'Epitope' (termo idêntico e de mesma origem etimológica e uso científico). Espanhol: 'Epítopo' (termo idêntico e de mesma origem etimológica e uso científico). Francês: 'Épitope' (termo idêntico e de mesma origem etimológica e uso científico).

Relevância atual

Termo fundamental e indispensável na pesquisa biomédica, desenvolvimento de vacinas, diagnóstico de doenças e terapias imunológicas. Sua relevância é estritamente técnica e científica.

Origem Etimológica

Século XX — termo cunhado a partir do grego 'epi' (sobre, em cima) e 'topos' (lugar), referindo-se a uma região específica.

Entrada na Língua Portuguesa

Meados do século XX — introduzido no vocabulário científico, especialmente na imunologia, para descrever sítios de ligação molecular.

Uso Contemporâneo

Atualidade — termo técnico consolidado na imunologia, biologia molecular e áreas correlatas, com uso restrito ao meio acadêmico e de pesquisa.

epitopo

Do grego 'epi-' (sobre) + 'topos' (lugar).

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