erisipela
Do grego 'erysipelas', de 'erythros' (vermelho) e 'pella' (pele).
Origem
Do grego 'erythros' (vermelho) e 'pelidna' (mancha), com o sentido de 'mancha vermelha'.
Mudanças de sentido
O sentido da palavra 'erisipela' permaneceu notavelmente estável, sempre se referindo à infecção bacteriana aguda da pele e do tecido subcutâneo.
Diferentemente de outras palavras que sofrem ressignificações culturais ou sociais, 'erisipela' manteve seu caráter estritamente técnico e descritivo da condição médica.
Primeiro registro
Registros em textos médicos e farmacopeias portuguesas da época indicam o uso formal da palavra. O contexto RAG classifica a palavra como 'formal/dicionarizada'.
Momentos culturais
A palavra aparece em literatura médica, artigos científicos e discussões sobre saúde pública, mas raramente em contextos literários ou artísticos de grande circulação, a menos que a doença seja central para a narrativa.
Comparações culturais
Inglês: 'Erysipelas' (plural) ou 'erysipelas' (singular, menos comum) é o termo médico direto, derivado do grego. Espanhol: 'Erisipela' é o termo idêntico, também de origem grega. Francês: 'Érysipèle' mantém a mesma raiz grega. Alemão: 'Erysipel' ou 'Wundrose' (literalmente 'rosa da ferida'), onde 'Wundrose' é um termo mais popular e descritivo.
Relevância atual
A palavra 'erisipela' mantém sua relevância como termo médico preciso para uma condição infecciosa comum. É amplamente utilizada em ambientes clínicos, educacionais e informativos sobre saúde, sendo uma palavra formal e dicionarizada no português brasileiro.
Origem Etimológica
Século XIV — do grego 'erythros' (vermelho) e 'pelidna' (mancha), referindo-se a uma 'mancha vermelha'.
Entrada e Uso Inicial no Português
Séculos XV-XVI — A palavra 'erisipela' entra no vocabulário médico e popular em Portugal, referindo-se a uma infecção cutânea específica. O termo é formal e dicionarizado desde cedo.
Uso Contemporâneo
Século XX-Atualidade — 'Erisipela' mantém seu significado médico formal, sendo uma palavra técnica utilizada por profissionais de saúde e em contextos informativos sobre doenças. Sua presença é majoritariamente em artigos médicos, bulas e discussões sobre saúde pública.
Do grego 'erysipelas', de 'erythros' (vermelho) e 'pella' (pele).