escaso

Do latim 'spadix', 'spadicis', que significa 'castanho', 'marrom', e por extensão, 'raro', 'pouco comum'.

Origem

Latim

Do latim 'exiguus', significando pequeno, limitado, pouco numeroso.

Mudanças de sentido

Latim Clássico

Referia-se primariamente a quantidades físicas e medidas.

Português Antigo

Começa a ser aplicado a conceitos mais abstratos como tempo e oportunidades.

Português Brasileiro Contemporâneo

Mantém o sentido de pouca quantidade, mas com forte conotação em contextos de escassez de recursos, crises e limitações.

A palavra 'escaso' carrega um peso semântico de limitação e urgência, especialmente em discursos sobre sustentabilidade, economia e planejamento social. Pode evocar preocupação e a necessidade de gestão cuidadosa.

Primeiro registro

Século XIII

Registros em textos medievais portugueses, derivados do latim 'exiguus'.

Momentos culturais

Século XX

Frequentemente utilizado em literatura e jornalismo para descrever a falta de recursos em períodos de crise econômica ou social no Brasil.

Atualidade

Comum em debates sobre sustentabilidade, mudanças climáticas e a finitude de recursos naturais, como água e energia.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A palavra 'escaso' é central em discussões sobre desigualdade, onde recursos, oportunidades e acesso a serviços básicos são descritos como escassos para determinados grupos sociais.

Vida emocional

Contemporâneo

Associada a sentimentos de preocupação, urgência, privação e a necessidade de racionamento ou busca por alternativas. Pode gerar ansiedade em contextos de escassez.

Vida digital

Atualidade

Termo comum em notícias online, artigos de opinião e discussões em redes sociais sobre temas como 'água escassa', 'tempo escasso', 'verbas escassas'.

Atualidade

Pode aparecer em memes ou posts irônicos sobre a falta de algo, mas geralmente com um tom mais sério em contextos de crise.

Representações

Século XX - Atualidade

Frequentemente usada em documentários, reportagens e novelas para retratar situações de pobreza, crise hídrica, ou dificuldades econômicas.

Comparações culturais

Universal

Inglês: 'scarce' (com origem no latim 'scarps', relacionado a cortar, e evoluindo para significar insuficiente). Espanhol: 'escaso' (derivado diretamente do latim 'exiguus', com sentido idêntico ao português). Francês: 'rare' ou 'faible' (dependendo do contexto, 'rare' para algo incomum, 'faible' para quantidade insuficiente). Alemão: 'knapp' (significando limitado, insuficiente, justo).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'escaso' mantém alta relevância no português brasileiro, sendo fundamental para descrever e debater a gestão de recursos finitos, as consequências de crises e as disparidades sociais. É um termo chave em discussões sobre sustentabilidade, economia e planejamento.

Origem Latina e Primeiros Usos

Século XIII - Deriva do latim 'exiguus', que significa pequeno, escasso, escasso. Inicialmente, referia-se a quantidades físicas limitadas.

Evolução no Português

Séculos XIV-XVIII - A palavra 'escaso' se consolida no vocabulário português, mantendo seu sentido original de pouca quantidade, mas começando a ser aplicada a conceitos abstratos como tempo ou recursos.

Uso Moderno e Contemporâneo

Séculos XIX-Atualidade - 'Escaso' é amplamente utilizado para descrever a falta de algo, seja material, temporal ou abstrato. Ganha nuances em contextos econômicos, sociais e ambientais.

escaso

Do latim 'spadix', 'spadicis', que significa 'castanho', 'marrom', e por extensão, 'raro', 'pouco comum'.

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