esquivança
Derivado do verbo 'esquivar'.
Origem
Do verbo 'esquivar', possivelmente do latim vulgar *excūtiāre (sacudir, livrar-se). 'Esquivança' como substantivo abstrato do ato de esquivar.
Mudanças de sentido
Principalmente 'ato ou efeito de esquivar; desvio, evasão'. Podia carregar nuances de habilidade em evitar ou de falta de coragem.
Mantém o sentido dicionarizado, mas com menor frequência de uso no cotidiano, sendo substituída por sinônimos mais comuns.
A palavra 'esquivança' é classificada como formal/dicionarizada, indicando um uso mais restrito a contextos literários, jurídicos ou formais, em contraste com o vocabulário mais dinâmico do português brasileiro contemporâneo.
Primeiro registro
Registros em textos literários e documentos administrativos da época, como em crônicas e relatos de viagens.
Momentos culturais
Presença em obras literárias que retratam batalhas, fugas ou manobras estratégicas, onde a 'esquivança' era uma tática empregada.
Comparações culturais
Inglês: 'Evasion' ou 'shirking' (ato de evitar responsabilidade ou dever). Espanhol: 'Evasión' ou 'esquive' (derivado do verbo 'esquivar', similar ao português). Francês: 'Esquive' (do verbo 'esquiver', também com sentido de desvio ou evasão).
Relevância atual
A palavra 'esquivança' é formal e pouco utilizada no português brasileiro coloquial. Sua relevância reside em seu registro dicionarizado e em contextos específicos que demandam precisão terminológica, como em textos jurídicos ou literários de cunho histórico.
Origem e Entrada no Português
Século XV/XVI — Deriva do verbo 'esquivar', de origem incerta, possivelmente do latim vulgar *excūtiāre, relacionado a sacudir, livrar-se. A forma 'esquivança' surge como substantivo abstrato.
Uso Histórico e Literário
Séculos XVI a XIX — Presente na literatura clássica e em documentos históricos, referindo-se ao ato de evitar, fugir ou desviar-se de algo ou alguém, com conotações de astúcia ou covardia, dependendo do contexto.
Uso Contemporâneo
Século XX e Atualidade — A palavra 'esquivança' é considerada formal e menos comum no uso coloquial brasileiro, sendo frequentemente substituída por sinônimos como 'evasão', 'desvio', 'fuga' ou 'elipse'. Mantém seu sentido dicionarizado de ato de esquivar.
Derivado do verbo 'esquivar'.