estar-em-risco-de

Combinação da locução verbal 'estar' com a preposição 'em', o substantivo 'risco' e a preposição 'de'.

Origem

Séculos XVI-XVII

Formação a partir da junção do verbo 'estar' (do latim 'stare', manter-se em pé, permanecer) com a preposição 'em' (do latim 'in', em, dentro) e o substantivo 'risco' (origem incerta, possivelmente do latim 'reccum', rocha, ou do italiano 'rischio', perigo).

Mudanças de sentido

Séculos XVI-XVII

Expressão inicial para perigo físico ou iminente.

Século XX

Expansão para riscos abstratos como financeiros, sociais e existenciais.

A locução 'estar em risco de' passa a ser usada para indicar a probabilidade de um evento negativo ocorrer, como 'estar em risco de falência' ou 'estar em risco de extinção'.

Século XXI

Ênfase em contextos de vulnerabilidade e ameaças globais.

A expressão é recorrente em discussões sobre mudanças climáticas ('espécies em risco de extinção'), crises econômicas ('empresas em risco de fechar') e questões de saúde pública ('populações em risco de contaminação').

Primeiro registro

Século XVII

Registros em textos literários e documentos administrativos da época, indicando o uso da locução para descrever situações de perigo.

Momentos culturais

Século XX

Frequente em obras literárias e cinematográficas que retratam conflitos, desastres ou dilemas morais, onde personagens ou situações se encontram 'em risco'.

Atualidade

Presença constante em noticiários e documentários sobre crises ambientais, sociais e econômicas.

Conflitos sociais

Século XX - Atualidade

A expressão é utilizada para denunciar situações de vulnerabilidade social, como comunidades 'em risco de despejo' ou grupos 'em risco de exclusão'.

Vida emocional

Associada a sentimentos de apreensão, medo, urgência e vulnerabilidade.

Vida digital

Buscas frequentes em motores de busca relacionadas a notícias de desastres, alertas de segurança e análises de risco.

Uso em hashtags e discussões em redes sociais sobre temas como 'risco climático', 'risco de investimento' e 'risco de saúde'.

A variante 'estar em risco de' é comum em previsões e alertas digitais.

Representações

Século XX - Atualidade

Comum em títulos de filmes e séries de suspense, ação e drama, como 'Em Risco' ou 'O Risco Iminente'.

Atualidade

Frequentemente usada em reportagens e documentários para descrever situações de perigo.

Comparações culturais

Inglês: 'at risk', 'in danger', 'at stake'. Espanhol: 'en riesgo', 'en peligro', 'en juego'. Francês: 'en péril', 'en danger', 'à risque'.

Relevância atual

A locução 'estar em risco' e a forma 'estar em risco de' mantêm alta relevância no português brasileiro, sendo ferramentas essenciais para descrever e analisar situações de vulnerabilidade e ameaças em diversos âmbitos da vida social, econômica e ambiental.

Origem e Formação

Séculos XVI-XVII — Formação a partir da junção do verbo 'estar' com a preposição 'em' e o substantivo 'risco'. A locução verbal 'estar em risco' surge como uma forma de expressar a vulnerabilidade.

Consolidação e Uso Geral

Séculos XVIII-XIX — A locução 'estar em risco' se consolida no vocabulário formal e informal, sendo utilizada em diversos contextos para descrever situações de perigo iminente.

Expansão e Nuances

Século XX — A locução ganha novas nuances, sendo aplicada não apenas a perigos físicos, mas também a riscos financeiros, sociais e existenciais. O termo 'estar em risco de' se torna mais comum para especificar a ameaça.

Uso Contemporâneo e Digital

Século XXI — A locução é amplamente utilizada em notícias, relatórios, discursos políticos e conversas cotidianas. Ganha destaque em discussões sobre meio ambiente, saúde pública, segurança e tecnologia, com a variante 'estar em risco de' sendo predominante para indicar a probabilidade de algo acontecer.

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Combinação da locução verbal 'estar' com a preposição 'em', o substantivo 'risco' e a preposição 'de'.

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