esteatose
Do grego 'steatos' (gordura) + '-osis' (condição anormal).
Origem
Do grego 'steatos' (gordura) + '-osis' (condição anormal).
Mudanças de sentido
Termo descritivo para condições de acúmulo de gordura em tecidos.
Originalmente um termo descritivo para qualquer condição de acúmulo anormal de gordura, o termo ganhou especificidade com o desenvolvimento da patologia.
Foco principal em 'esteatose hepática' (fígado gorduroso).
A 'esteatose hepática' tornou-se a condição mais conhecida associada ao termo, englobando desde formas não alcoólicas (NAFLD) até as relacionadas ao consumo de álcool (AFLD).
Primeiro registro
Registros em literatura médica e científica em português, seguindo a terminologia internacional.
Comparações culturais
Inglês: 'steatosis' (mesma origem grega, uso médico similar). Espanhol: 'esteatosis' (mesma origem grega, uso médico similar). Francês: 'stéatose' (mesma origem grega, uso médico similar). Alemão: 'Steatose' (mesma origem grega, uso médico similar).
Relevância atual
Alta relevância em saúde pública devido à epidemia de obesidade e síndrome metabólica, que impulsionam a prevalência de esteatose hepática não alcoólica (EHNA).
Termo comum em consultas médicas, exames de imagem (ultrassonografia, ressonância magnética) e discussões sobre estilo de vida e nutrição.
Origem Etimológica
Deriva do grego antigo 'steatos' (gordura) e '-osis' (condição anormal ou doença), indicando uma condição relacionada ao acúmulo de gordura.
Entrada no Português
A palavra 'esteatose' foi incorporada ao vocabulário médico e científico do português, provavelmente a partir do século XIX ou início do século XX, com o avanço da medicina e a necessidade de terminologia técnica.
Uso Contemporâneo
Atualmente, 'esteatose' é um termo médico amplamente utilizado, especialmente 'esteatose hepática', para descrever o acúmulo de gordura no fígado, uma condição de crescente prevalência global.
Do grego 'steatos' (gordura) + '-osis' (condição anormal).