Palavras

estojo

Origem incerta, possivelmente do latim 'studium' (cuidado, zelo) ou do francês 'estui'.

Origem

Século XIV

Do latim vulgar 'estuccus', derivado do latim clássico 'stuppa', que significa 'estopa', 'fibra vegetal'. O sentido original remete a um material de enchimento ou a um recipiente feito dele.

Mudanças de sentido

Século XIV

Referência a recipientes feitos de estopa ou materiais similares.

Séculos XV-XVI

Ampliação para pequenos recipientes ou caixas para guardar objetos de valor ou delicados.

Séculos XVII-XIX

Diversificação para estojos de joias, instrumentos de escrita, cosméticos e cirúrgicos. Consolidação como termo formal.

Séculos XX-XXI

Manutenção do sentido principal, com inclusão de novos contextos como estojos escolares, de maquiagem e para eletrônicos. A palavra permanece formal e dicionarizada.

Primeiro registro

Séculos XV-XVI

Registros em documentos de comércio e inventários da época, indicando o uso de 'estojo' para guardar objetos de valor e instrumentos.

Momentos culturais

Século XIX

Presença em descrições literárias de objetos pessoais e de luxo, associado à burguesia e à nobreza.

Século XX

Popularização com o aumento da produção de bens de consumo, como estojos de canetas e de maquiagem, tornando-se parte do cotidiano.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'case' (geral, como 'pencil case', 'jewelry case', 'briefcase'). Espanhol: 'estuche' (muito similar em origem e uso, especialmente para instrumentos musicais, joias e material escolar), 'caja' (mais genérico). Francês: 'étui' (semelhante em origem e uso, para objetos pequenos e valiosos, como relógios ou instrumentos).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'estojo' mantém sua relevância como termo formal e dicionarizado no português brasileiro, descrevendo recipientes funcionais para organização e proteção de diversos objetos. É um vocábulo comum em contextos educacionais, de beleza, de tecnologia e de uso pessoal.

Origem Etimológica

Século XIV — do latim vulgar 'estuccus', derivado do latim clássico 'stuppa', que significa 'estopa', 'fibra vegetal'. Inicialmente, referia-se a um material de enchimento ou a um tipo de recipiente feito desse material.

Entrada no Português

Séculos XV-XVI — A palavra 'estojo' entra no vocabulário português, mantendo o sentido de pequeno recipiente ou caixa para guardar objetos, especialmente os de valor ou delicados. O uso se consolida com a expansão marítima e o comércio de bens manufaturados.

Consolidação e Diversificação de Uso

Séculos XVII-XIX — O termo 'estojo' se estabelece firmemente no idioma, abrangendo uma variedade de recipientes: estojos para joias, instrumentos de escrita (canetas, lápis), instrumentos cirúrgicos e cosméticos. A palavra é formal e dicionarizada, presente na literatura e no cotidiano da elite.

Uso Contemporâneo

Séculos XX-XXI — 'Estojo' mantém seu significado principal de recipiente para guardar objetos. Torna-se comum em contextos educacionais (estojo escolar), de beleza (estojo de maquiagem) e de tecnologia (estojo para fones de ouvido, carregadores). A palavra é amplamente utilizada no português brasileiro, mantendo sua formalidade dicionarizada.

estojo

Origem incerta, possivelmente do latim 'studium' (cuidado, zelo) ou do francês 'estui'.

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