estrépito
Origem controversa; possivelmente do latim 'extrepĭtus', particípio passado de 'extrepĕre' (gritar, fazer barulho).
Origem
Do latim 'strepitus', relacionado a 'strepere' (fazer barulho, rugir).
Mudanças de sentido
O sentido de 'ruído forte e repentino' permaneceu estável ao longo do tempo.
A palavra 'estrépito' manteve seu significado primário de um som alto, súbito e muitas vezes perturbador, sem grandes desvios semânticos em sua trajetória histórica no português.
Primeiro registro
Registros em textos antigos da língua portuguesa, como crônicas e documentos.
Momentos culturais
Presente em descrições literárias de eventos grandiosos ou caóticos, como batalhas ou festividades.
Utilizada em obras que retratam a intensidade sonora de cidades ou eventos históricos.
Comparações culturais
Inglês: 'Uproar', 'din', 'clamor', 'racket'. Espanhol: 'Estruendo', 'estrondo', 'ruido estrepitoso'. Francês: 'Brouhaha', 'vacarme'.
Relevância atual
A palavra 'estrépito' é formal e dicionarizada, usada para descrever sons intensos e repentinos em contextos específicos, como em notícias sobre acidentes, eventos naturais ou celebrações barulhentas. Sua frequência em conversas informais é baixa, sendo mais comum em textos escritos e discursos formais.
Origem Etimológica
Deriva do latim 'strepitus', que significa ruído, barulho, estrondo, som violento.
Entrada no Português
A palavra 'estrépito' foi incorporada ao vocabulário português, mantendo seu sentido original de ruído intenso e repentino.
Uso Literário e Formal
Utilizada em textos literários, jurídicos e formais para descrever sons altos e impactantes, como o de batalhas, tempestades ou grandes celebrações.
Uso Contemporâneo
Mantém o significado de ruído forte e repentino, sendo uma palavra formal e dicionarizada, menos comum na linguagem coloquial cotidiana.
Origem controversa; possivelmente do latim 'extrepĭtus', particípio passado de 'extrepĕre' (gritar, fazer barulho).