estratagema

Origem incerta, possivelmente do grego 'stratēgēma', derivado de 'stratēgós' (general).

Origem

Antiguidade Grega

Do grego stratagēma (στρατήγημα), que significa 'arte do general', 'tática', 'engano', 'ardil'. Deriva de stratēgós (στρατηγός), 'general'.

Latim

A palavra foi incorporada ao latim com o mesmo sentido de plano astuto ou artifício.

Português

Entrou no vocabulário português, mantendo o significado de ardil ou manobra engenhosa.

Mudanças de sentido

Origem

Originalmente ligado à arte militar e à estratégia de generais, com foco em táticas e enganos para obter vantagem.

Séculos XVI-XIX

Ampliou-se para descrever qualquer plano astuto ou manobra dissimulada em contextos políticos, sociais e literários, mantendo a ideia de subterfúgio.

Atualidade

O sentido de ardil, plano engenhoso ou subterfúgio permanece estável, sendo uma palavra formal e dicionarizada. Não sofreu grandes ressignificações recentes, mas seu uso pode variar em tom, de neutro a ligeiramente pejorativo, dependendo do contexto.

Primeiro registro

Século XVI

Registros indicam o uso da palavra em textos portugueses a partir do século XVI, refletindo a influência do latim e do grego clássico na época.

Momentos culturais

Renascimento e Barroco

Presente em obras literárias que retratavam intrigas palacianas, estratégias políticas e enganos, como em peças teatrais e romances de cavalaria ou de costumes.

Literatura Clássica Brasileira

Utilizada por autores como Machado de Assis em narrativas que exploravam a complexidade das relações humanas e as artimanhas sociais.

Comparações culturais

Atualidade

Inglês: 'stratagem' (mesma origem etimológica e sentido de plano astuto). Espanhol: 'estratagema' (palavra idêntica em grafia e sentido). Francês: 'stratagème' (mesma origem e significado). Italiano: 'stratagemma' (mesma origem e significado).

Relevância atual

Atualidade

A palavra 'estratagema' é formal e dicionarizada, mantendo seu significado de plano astuto ou ardil. É utilizada em contextos que exigem precisão terminológica, como em análises políticas, estratégias de negócios, discussões jurídicas e em narrativas literárias ou jornalísticas que descrevem manobras complexas ou enganosas.

Origem Etimológica e Entrada no Português

Século XVI — do grego stratagēma (στρατήγημα), derivado de stratēgós (στρατηγός, 'general'), significando 'arte do general', 'tática', 'engano' ou 'ardil'. A palavra entrou no português através do latim.

Uso Histórico e Literário

Séculos XVI-XIX — utilizada em contextos militares, políticos e literários para descrever planos astutos, manobras e subterfúgios, frequentemente com conotação de esperteza ou dissimulação.

Uso Contemporâneo

Século XX-Atualidade — mantém seu sentido original de plano astuto ou ardil, sendo uma palavra formal e dicionarizada, empregada em diversas esferas, desde a política e negócios até o cotidiano.

estratagema

Origem incerta, possivelmente do grego 'stratēgēma', derivado de 'stratēgós' (general).

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